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	<title>Loja Virtual + Comércio eletrônico + Vendas online &#187; Gustavo Villa</title>
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	<description>Tudo para o sucesso de sua loja virtual</description>
	<lastBuildDate>Sat, 13 Aug 2011 14:26:49 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Você sabe o que é Klout?</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Aug 2011 14:26:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Villa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O Klout é uma ferramenta que afere um score que indica o quão influente uma determinada pessoa é nas redes sociais das quais faz parte.<br />
Ele, por meio de 25 variáveis, define uma &#8220;nota&#8221; que vai de 0 a 100 e ainda pontua separadamente sua influência na rede, a probabilidade de amplificação e o alcance real dos seus tweets, postagens e sua produção de conteúdo em geral.</p>
<p>O Klout também classifica o seu estilo dentro dessas redes, definindo-o como: Curator, Broadcaster, Taste Maker, Celebrity, Syndicator, Feeder, Thought Leader, Pundit, Dabbler, Conversationalist, Socializer, Networker, Observer, Explorer, Activist, e Specialist.<br />
Cada uma dessas categorias diz respeito a um comportamento específico dentro das redes sociais e das repercussões que esse comportamento provoca.  </p>
<p>A novidade do Klout é que até então ele utilizava para levantar seu score o Twitter, o Facebook, o Linkedin, o Foursquare e o Youtube. Agora 5 novas redes sociais fazem parte dessa lista somando um total de 10 redes sociais associadas: o Instagr.am ( rede social de fotos), o Tumblr (um serviço de blog), o Blogger (serviço de blogs da Google), o Last.fm (rede social de música) e o Flickr (rede social e serviço de armazenamento de fotos do Yahoo).</p>
<p>Para saber seu Klout basta entrar em http://klout.com e associar as contas das redes sociais de que faz parte e depois sair por ai compartilhando com os amigos sua pontuação.</p>
<div id="crp_related"><h3 style="clear:both;">Veja também:</h3><ul><li><a href="http://www.gustavovilla.com.br/atendimento-ao-cliente/novo-icq-entra-na-era-das-redes-sociais/" rel="bookmark">NOVO ICQ entra na era das redes sociais</a></li><li><a href="http://www.gustavovilla.com.br/produtos-interessantes/f-commerce-vendas-via-facebook-pode-ser-facil-e-social/" rel="bookmark">f-commerce: Vendas via Facebook pode ser fácil e social</a></li><li><a href="http://www.gustavovilla.com.br/outros/conheca-os-tipos-de-grupos-de-relacionamento-networking/" rel="bookmark">Conheça os tipos de grupos de relacionamento / networking</a></li><li><a href="http://www.gustavovilla.com.br/administracao/os-12-tipos-de-consumidores/" rel="bookmark">Os 12 tipos de consumidores</a></li><li><a href="http://www.gustavovilla.com.br/marketing/lojas-virtuais-investem-em-orkut-facebook-twitter-e-outras-redes-para-conquistar-clientes/" rel="bookmark">Lojas virtuais investem em Orkut, Facebook, Twitter e outras redes para conquistar clientes</a></li></ul></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Klout é uma ferramenta que afere um score que indica o quão influente uma determinada pessoa é nas redes sociais das quais faz parte.<br />
Ele, por meio de 25 variáveis, define uma &#8220;nota&#8221; que vai de 0 a 100 e ainda pontua separadamente sua influência na rede, a probabilidade de amplificação e o alcance real dos seus tweets, postagens e sua produção de conteúdo em geral.</p>
<p>O Klout também classifica o seu estilo dentro dessas redes, definindo-o como: Curator, Broadcaster, Taste Maker, Celebrity, Syndicator, Feeder, Thought Leader, Pundit, Dabbler, Conversationalist, Socializer, Networker, Observer, Explorer, Activist, e Specialist.<br />
Cada uma dessas categorias diz respeito a um comportamento específico dentro das redes sociais e das repercussões que esse comportamento provoca.  </p>
<p>A novidade do Klout é que até então ele utilizava para levantar seu score o Twitter, o Facebook, o Linkedin, o Foursquare e o Youtube. Agora 5 novas redes sociais fazem parte dessa lista somando um total de 10 redes sociais associadas: o Instagr.am ( rede social de fotos), o Tumblr (um serviço de blog), o Blogger (serviço de blogs da Google), o Last.fm (rede social de música) e o Flickr (rede social e serviço de armazenamento de fotos do Yahoo).</p>
<p>Para saber seu Klout basta entrar em http://klout.com e associar as contas das redes sociais de que faz parte e depois sair por ai compartilhando com os amigos sua pontuação.</p>
<div id="crp_related"><h3 style="clear:both;">Veja também:</h3><ul><li><a href="http://www.gustavovilla.com.br/atendimento-ao-cliente/novo-icq-entra-na-era-das-redes-sociais/" rel="bookmark">NOVO ICQ entra na era das redes sociais</a></li><li><a href="http://www.gustavovilla.com.br/produtos-interessantes/f-commerce-vendas-via-facebook-pode-ser-facil-e-social/" rel="bookmark">f-commerce: Vendas via Facebook pode ser fácil e social</a></li><li><a href="http://www.gustavovilla.com.br/outros/conheca-os-tipos-de-grupos-de-relacionamento-networking/" rel="bookmark">Conheça os tipos de grupos de relacionamento / networking</a></li><li><a href="http://www.gustavovilla.com.br/administracao/os-12-tipos-de-consumidores/" rel="bookmark">Os 12 tipos de consumidores</a></li><li><a href="http://www.gustavovilla.com.br/marketing/lojas-virtuais-investem-em-orkut-facebook-twitter-e-outras-redes-para-conquistar-clientes/" rel="bookmark">Lojas virtuais investem em Orkut, Facebook, Twitter e outras redes para conquistar clientes</a></li></ul></div>]]></content:encoded>
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		<title>Aprenda a escolher a foto certa a ser usada nos produtos de sua loja virtual e aumente suas vendas</title>
		<link>http://www.gustavovilla.com.br/super-dica/aprenda-a-escolher-a-foto-certa-a-ser-usada-nos-produtos-de-sua-loja-virtual-e-aumente-suas-vendas/</link>
		<comments>http://www.gustavovilla.com.br/super-dica/aprenda-a-escolher-a-foto-certa-a-ser-usada-nos-produtos-de-sua-loja-virtual-e-aumente-suas-vendas/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 May 2011 22:07:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Villa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Super dica]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gustavovilla.com.br/?p=735</guid>
		<description><![CDATA[A decisão de comprar não é simples. É preciso se convencer de que comprar é o certo.
E para o cliente se convencer, você precisa ajudá-lo e não desestimulá-lo - É aí que as fotos tem papel fundamental para as vendas do e-commerce.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já atendi alguns clientes que me perguntaram se tinha algum problema em usar fotos dos produtos que ele mesmo tirou.</p>
<p><strong>Poder, pode. Mas não deve!</strong></p>
<p>Entender é simples!<br />
Você gostaria de ser atendido por alguém que usa roupas velhas e rasgadas?<br />
E se as mãos estiverem sujas, os dentes sem escovar e estiver lhe vendendo algo para comer?</p>
<p>As vezes o Lojista Virtual não percebe, mas é exatamente isto que acontece: O lojista investe num design interessante, na criação de uma marca criativa e na hora de cadastrar o produto, cadastra de qualquer jeito.</p>
<p>Pense em cliente em uma loja física:<br />
ele olha, toca, vira o produto, se o material que é feito, a embalagem.<br />
Mesmo que não haja nada de interessante por lá, se afasta e olha de longe, olha de perto, olha a etiqueta.</p>
<p>A decisão de comprar não é simples. É preciso se convencer de que comprar é o certo.<br />
E para o cliente se convencer, você precisa ajudá-lo e não desestimulá-lo.</p>
<p>Pois bem, transfira esse olhar para o e-commerce e transforme isso em imagem!<br />
Certamente suas vendas aumentarão.<br />
<strong>Boas imagens respondem as dúvidas imediatas dos clientes.</strong></p>
<p>A internet é um ambiente frio e impessoal &#8211; qualquer falha na comunicação pode fazer o lojista perder várias vendas e eventualmente nem se dar conta disto.</p>
<h2>É por isso que vejo boas e bem acessadas lojas virtuais que não conseguem o resultado financeiro esperado; por causa das imagens ruins.</h2>
<p>As imagens dos produtos devem ser digitalizadas com fundo branco e com alta definição, permitindo que o produto seja visualizado em todos os seus detalhes, quer seja em uma imagem pequena ou ampliada.<br />
Além de imagens de alta qualidade e definição é fundamental que o cliente identifique todos os detalhes dos produtos que está procurando.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-737" title="transformacao" src="http://www.gustavovilla.com.br/wp-content/uploads/transformacao.jpg" alt="" width="614" height="555" /></p>
<h2>Quer saber o preço médio que se paga para uma agência especializada executar o trabalho de tratamento de imagens para seu e-commerce?</h2>
<p><a href="http://www.facebook.com/home.php?sk=question&#038;id=115471125203454&#038;qa_ref=qd">Acesse a pesquisa realizada no Facebook</a>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Sites de Compras Coletivas investem em Selo de Segurança</title>
		<link>http://www.gustavovilla.com.br/seguranca/sites-de-compras-coletivas-investem-em-selo-de-seguranca/</link>
		<comments>http://www.gustavovilla.com.br/seguranca/sites-de-compras-coletivas-investem-em-selo-de-seguranca/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Mar 2011 11:10:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Villa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gustavovilla.com.br/?p=734</guid>
		<description><![CDATA[Crescimento dos portais de compras coletivas impulsionou preocupação com segurança aos internautas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Crescimento dos portais de compras coletivas impulsionou preocupação com segurança aos internautas.<br />
O exponencial crescimento do mercado de compras coletivas favoreceu o cenário atual da Site Blindado S/A, empresa que audita segurança para lojas virtuais. Atualmente, a empresa já atende a cerca de 50 sites do segmento, que aderiram ao Selo Site Blindado.</p>
<p>A certificação de segurança atesta diariamente a confiabilidade do portal, uma vez que realiza testes que buscam encontrar brechas de segurança e que poderiam ser exploradas por criminosos virtuais, além de mostrar aos consumidores que o ambiente de compras protege os dados cadastrais e de cartão de crédito dos clientes.</p>
<p>Atualmente, entre os portais que fazem parte da carteira de clientes da Site Blindado, estão empresas como: Imperdível, OfertaX, Palito de Dente, Promoo, Expresso Urbano, LiveGO, Bendita Oferta, Curitibando, entre outros.</p>
<p>Para Bernardo Carneiro, Diretor Executivo da Site Blindado S/A, os sites de compras coletivas estão passando por uma fase de transição. “Sites que começaram suas operações no início do ano passado, até mesmo de forma experimental, tiveram um retorno muito expressivo em sua demanda e passaram a se preocupar com a segurança de forma mais efetiva, principalmente no segundo semestre de 2010, contratando serviços de criptografia de dados e blindagem de sites mais conceituados e eficientes”. Avalia Carneiro.<br />
O executivo ressalta que os pioneiros e líderes do segmento, inclusive players com presença internacional estão em fase de homologação e negociação para adesão ao serviço de blindagem de sites.<br />
A expectativa da empresa até o segundo semestre de 2011 é que cerca de 50% dos mais de mil sites de compras coletivas existentes hoje no Brasil utilizem o Selo Site Blindado. “Estamos trabalhando de forma muito flexível com esse segmento, pelo fato de o sistema de trabalho de um site de compra coletiva ser algo totalmente diferenciado de um e-commerce tradicional. Nosso Departamento Comercial criou uma forma bem mais viável para atendê-los e isso está atraindo cada vez mais clientes do segmento”, avalia Carneiro.<br />
Atualmente 70% da receita da empresa é proveniente da área de e-commerce. A meta é chegar a 90% em 2011.</p>
<p>Fonte: inteligemcia.com.br</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Programa capacita empresários em práticas inovadoras do varejo</title>
		<link>http://www.gustavovilla.com.br/faca-diferente/programa-capacita-empresarios-em-praticas-inovadoras-do-varejo/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Mar 2011 11:04:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Villa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Faça diferente]]></category>
		<category><![CDATA[sebrae]]></category>
		<category><![CDATA[varejo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gustavovilla.com.br/?p=733</guid>
		<description><![CDATA[Programa contribui para melhorar negócios, a partir do conhecimento de práticas inovadoras para o comércio, e tem como objetivo aumentar a competitividade no varejo e profissionalizar o setor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2010, Deonizia Gabardo, da Comemorare Festetii, empresa especializada em adereços para festas com sede em Curitiba, notou que era preciso aprimorar a gestão do negócio e ter mais segurança e conhecimento para tomar decisões empresariais. Para solucionar essas e outras questões, a empresária ingressou no Programa VarejoMAIS – Mais Vendas, Mais Competitividade, uma iniciativa do Sebrae/PR e Sistema Fecomércio/PR. Destacou-se tanto nas atividades do Programa, que conquistou o Prêmio de Loja Revelação, no ano passado.</p>
<p>A empreendedora conta que, após a experiência, adotou uma postura mais profissional diante da empresa que surgiu em 2007. “Passei a contabilizar pequenas despesas e aprendi a analisar os números do empreendimento de uma forma diferente. Minhas lojas física e virtual estão passando por um ‘banho de loja’. Tudo isso para que eu possa atingir a meta que é tornar-se uma referência em artigos para festas”, aponta a empresária.</p>
<p>Assim como Deonizia Gabardo, neste ano, outros empresários do comércio terão a oportunidade de aumentar o faturamento e a competitividade de suas empresas. Nesta terça-feira, dia 29, às 19 horas, acontece no auditório do Sebrae/PR, que fica na Rua Caeté, 150, o lançamento da edição 2011 do VarejoMAIS, para empresas do varejo de Curitiba e Região. Em 2010, o Programa atendeu cerca de 1,5 mil empresas no Paraná, localizadas em 60 municípios.</p>
<p>O VarejoMAIS contribui para melhorar negócios, a partir do conhecimento de práticas inovadoras para o comércio, e tem como objetivo aumentar a competitividade no varejo e profissionalizar o setor. É voltado para empresários de micro e pequenas empresas que buscam excelência.</p>
<p>Durante o evento, que reunirá empresários do setor, o consultor do Sebrae/PR, Leandro Batista, vai proferir a palestra “Tendências do Varejo 2011” e falar de oportunidades  de negócios, apontadas por uma pesquisa sobre carências empresariais nos setores do comércio e serviços, em bairros de Curitiba.  “Além de todos os temas normalmente abordados, a edição 2011 do VarejoMAIS vai realizar oficinas que vão destacar a importância do comércio virtual, mídias sociais, relação entre ofertas em sites de compras coletivas e promoções para o varejo”, assinala Leandro Batista.</p>
<p>Além do formato tradicional do VarejoMAIS, a solução conta com uma versão customizada para empresas do varejo, localizadas em pequenas cidades, o VarejoMAIS em Ação, e outra para atender empresários interessados em aprofundar conhecimentos, o VarejoMAIS – Segunda Fase. Desde o lançamento, em 2005, a solução beneficiou mais de 7 mil empresas.</p>
<p>Leandro Batista faz um balanço dos sete anos de existência do VarejoMAIS no Paraná. “Os empresários que tiveram acesso à solução demonstram um alto nível de satisfação e aprovação. Grande parte deles disse que indicaria o Programa. Além de melhorar a estrutura física das lojas e o atendimento ao cliente, a solução permite que o empresário acompanhe a evolução do desempenhado por meio dos indicadores”, destaca.</p>
<p><strong>O Programa</strong></p>
<p>O VarejoMAIS proporciona aos empresários capacitação gerencial e funcional, abordando temas como vendas, finanças, promoções, recursos humanos, atendimento, comunicação visual de loja e marketing. Os consultores do Sebrae/PR e especialistas em varejo acompanham as empresas em cada uma das fases do programa que se inicia com um diagnóstico operacional do negócio. Com uma análise é possível avaliar, nessa primeira fase, pontos como atendimento, estrutura física e gestão empresarial.</p>
<p>Como resultado do Programa, os varejistas buscam aumentar a competitividade e os lucros das empresas, melhorando seus processos de gestão e desenvolvendo um diferencial para as mesmas. Entre os pontos abordados estão proximidade, relacionamento e atendimento ao cliente; capacitação e treinamento de pessoal; melhoria da gestão da carteira de clientes; definição de novos produtos, serviços e processos; aprimoramento administrativo e desenvolvimento de equipes de sucesso.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Amazon surpreende, lançando sistema Cloud Player antes da concorrência</title>
		<link>http://www.gustavovilla.com.br/noticias/amazon-surpreende-lancando-sistema-cloud-player-antes-da-concorrencia/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Mar 2011 11:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Villa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A Amazon, gigante do mercado editorial de ebooks, demonstra agilidade ao lançar serviço diferenciado da concorrência, para tocar e armazenar músicas online.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Amazon surpreendeu as grandes empresas de serviços online, como Google e Apple, ao lançar seu sistema de música na rede antes de todos.</p>
<p>Batizado de Cloud Player, o serviço disponibiliza 5Gb de espaço gratuito para subir os próprios arquivos de mp3 (incluindo aqueles adquiridos de forma “imprópria”) e tocá-los onde e quando quiser.</p>
<p>Disponibilizado para web e para o sistema Android, o programa oferece possibilidade de expansão para até 20Gb de armazenamento, se o usuário adquirir álbuns pela Amazon, ao custo de 1 dólar por GB por ano.</p>
<p>Para utilizá-lo, basta cadastrar uma conta no site da Amazon, porém o serviço é restrito a usuários sediados nos EUA. A solução é contratar uma VPN, isto é, Virtual Private Network ou Rede Particular Virtual, como a disponível através deste atalho .</p>
<p>Embora seja pouco conhecida, a loja de músicas da Amazon costuma ter títulos mais em conta e pode ser uma boa opção para renovar seu arquivo de artistas.</p>
<p>O site da NBC informa que o projeto da Apple para serviço semelhante não vem correspondendo às expectativas da empresa e o Android Police afirma que o Google ainda está trabalhando no projeto da casa. Não menos importante, o serviço Ububtu One: Music Store já opera há quase dois anos, mas não há informações sobre o funcionamento em território nacional.</p>
<p>Fonte: http://henrique.geek.com.br</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Um Celular na Mão e uma Marca na Cabeça</title>
		<link>http://www.gustavovilla.com.br/outros/um-celular-na-mao-e-uma-marca-na-cabeca/</link>
		<comments>http://www.gustavovilla.com.br/outros/um-celular-na-mao-e-uma-marca-na-cabeca/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Mar 2011 19:48:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Villa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[m-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[mobile]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gustavovilla.com.br/?p=731</guid>
		<description><![CDATA[Com a popularização de sites e redes de compartilhamento multimídia, funcionalidades simplificadas de edição e editoração, e mais ainda, com o embarque de câmeras de foto/vídeo de boa qualidade em todo e qualquer novo celular produzido, os antes simples consumidores passivos se tornaram publicitários profissionais que precisam apenas de uma marca na cabeça e um celular na mão para viralizarem sua mensagem adiante.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A forma como as empresas e agências pensam e fazem publicidade mudou radicalmente com o desenvolvimento da Internet como canal tanto voltado ao business (viés transacional) como mídia central para comunicação, relacionamento e colaboração, ou seja, desde o surgimento dos primeiros E-Commerce até a atual onda 2.0, pautada no envolvimento do usuário através da produção de conteúdo em formato rich media (User Generated Content – UGC).</p>
<p>Com o maior engajamento do usuário e dos clientes no processo de construção e criação (na verdade, co-construção e co-criação) das marcas e imagens destas marcas &#8211; uma vez que a identidade, essência e propósitos das marcas são de propriedade e controle das empresas, porém a imagem – obtida através da interpretação, utilização, contextualização e aplicação prática, nos modelos de um processo antropofágico – depende quase que exclusivamente da atuação de seus usuários.</p>
<p>O processo interativo de Branding e o papel da marca como instrumento de identificação e formação da personalidade e identidade do ser humano-consumidor-cliente não é novidade alguma.</p>
<p>A dinâmica que tornou marcas como Apple, Nike, Starbucks, MasterCard, Google, Absolut, Wal Mart, Louis Vitton, All Star etc em bastiões de estilo de vida e sinônimos do &#8220;cool&#8221; contou com o engajamento intensivo de seus consumidores.</p>
<p>A série de anúncios customer made de MasteCard (&#8220;Existem coisas que o dinheiro não paga&#8221;) e Absolut (Absolut Anything) parodiando as versões oficiais das propagandas se tornaram fenômeno com direito a premiações e reconhecimento internacional, representando um bom exemplo de como a colaboração revolucionou o branding e a publicidade.</p>
<p>Porém, tais cases (apesar de serem referência) datam de uma época onde a tecnologia e as possibilidades de criação de rich content pelo usuário derivadas da Convergência de devices e das funcionalidades da Web 2.0 não existiam ou eram limitadas àqueles que possuíam conhecimento técnico dos processos de criação ou acesso aos softwares, hardwares, sistemas e ambientes web específicos.</p>
<p>Com a popularização de sites e redes de compartilhamento multimídia (especificamente as redes de vídeo como YouTube e Vimeo e fotos como Filckr, Picasa e Photobucket ) , funcionalidades simplificadas de edição e editoração, e mais ainda, com o embarque de câmeras de foto/vídeo de boa qualidade em todo e qualquer novo celular produzido, os antes simples consumidores passivos se tornaram publicitários profissionais que precisam apenas de uma marca na cabeça e um celular na mão para viralizarem sua mensagem adiante.</p>
<p>Com a credibilidade de quem, a princípio, não tem interesses por trás de uma ação de divulgação e branding espontânea, os consumidores assumirão o papel de publicitários e defensores maiores das marcas.</p>
<p>Patrocinar tais consumidores ou simular ações publicitárias como se fossem espontâneas, assim como fez a Coca-Cola na campanha Hapiness Machine é a resposta das empresas para participar no jogo da nova publicidade 2.0.</p>
<p>Fonte: Administradores &#8211; E-Consulting</p>
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		<title>10 segredos que você NÃO deve contar ao seu concorrente</title>
		<link>http://www.gustavovilla.com.br/administracao/10-segredos-que-voce-nao-deve-contar-ao-seu-concorrente/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Mar 2011 00:23:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Villa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração]]></category>

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		<description><![CDATA[Este conjunto de alertas dirige-se a quem deseja entrar no e-commerce sem que se aproveite de uma marca importante, que tenha restrição de capital e que admita que o bom uso desse canal de vendas implica no entendimento de suas regras de funcionamento e de processos específicos. São apenas dez regras essenciais para o bom desenvolvimento de pequenas lojas virtuais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este conjunto de alertas dirige-se a quem deseja entrar no e-commerce sem que se aproveite de uma marca importante, que tenha restrição de capital e que admita que o bom uso desse canal de vendas implica no entendimento de suas regras de funcionamento e de processos específicos. São apenas dez regras essenciais para o bom desenvolvimento de pequenas lojas virtuais.</p>
<h2>1. Reduzir investimentos iniciais e controlar riscos: pagamento por uso</h2>
<p>O software de uma boa loja virtual é muito caro, difícil de ser mantido e ,quando feito em casa, em geral, é pobre em funcionalidades. Costuma também ser lento e sujeito a interrupções de funcionamento.</p>
<p>A maneira mais barata de ter uma loja virtual é alugá-la, pagando por visitante. Normalmente, há um valor inicial, perto de R$ 6.000,00, e uma mensalidade variável segundo o número de visitantes a menos de um piso mínimo.</p>
<p>Cabe ao dono da loja povoá-la com seus itens, estabelecer as políticas comerciais (preço, prazo, frete, meios de pagamento), manter a vitrine etc. Assim como no varejo tradicional, muitos clientes entram na loja, mas poucos compram. No comércio eletrônico, essa proporção é de 100 para 1, o que explica o custo baseado no número de visitantes.</p>
<p>Além da loja, podem-se compartilhar os demais custos logísticos e uso do sistema de back-office (sistema que controla o atendimento integral do pedido, inclusive o financeiro, o fiscal e o contábil) com outras lojas. Esse serviço está começando a ser oferecido no Brasil e é muito comum nos Estados Unidos.</p>
<p>Em síntese, o dono da loja seria responsável por aquilo que ele acha que possui: o talento comercial. As demais funções, em tese, podem ser terceirizadas.</p>
<h2>2. Nem todo pedido incluído será faturado</h2>
<p>Um dos erros muito comuns cometidos pelos iniciantes no e-commerce é não contar com instrumentos de detecção de fraude com cartão. As lojas alugadas ou o back-office oferecem esse serviço através do uso de softwares altamente especializados.</p>
<p>É útil lembrar que a operadora de cartão reembolsa o cliente em caso de fraude e cobrar a despesa da loja desprezar esse filtro é letal. O percentual médio de pedidos rejeitados por fraude gira em torno de 6%.</p>
<p>A análise de risco se assemelha muito à tradicional análise de crédito, porém com outros critérios por não depender do histórico de pagamentos e ser orientada para pessoas físicas. Um meio de pagamento mais seguro é o boleto, porém ele é usado em menos de 15% das vendas.</p>
<p>Não é somente a análise de risco que filtra os pedidos incluídos: cerca de 30% dos pedidos que não foram considerados como fraude são rejeitados por impossibilidade de pagamento. A cada 100 pedido incluídos, somente 64 pedidos são faturados.</p>
<h2>3. O que vender sendo pequeno?</h2>
<p>Uma regra básica é evitar a competição com grandes lojas, ou seja, vender categorias que eles não vendem ou, se vendem, não têm muita profundidade. Isso implica em trabalhar com especialidades e ter uma grande diversidade dentro dela.</p>
<p>Essa é a grande oportunidade para pequenas lojas. A dificuldade dos pequenos que se dedicam a nichos de mercado é que não contam com a infraestrutura logística e de controle para operar nesse novo canal. Nesse sentido, o compartilhamento de serviços é essencial.</p>
<p>Para simplificar a logística externa e pagar menos frete, devem ser evitados itens com peso acima de 30 kg e/ou volume acima de 0,1 m³.</p>
<p>Especialidades exigem especificação: a descrição técnica do item é fundamental para comunicar segurança ao cliente e demonstrar a seriedade da loja. Podemos citar como exemplos de especialidade as áreas de caça e pesca, material elétrico, material eletrônico, autopeças, ferramentas e materiais para marcenaria, equipamentos esportivos para esportes radicais etc.</p>
<h2>4. Como ser conhecido?</h2>
<p>A propaganda na internet é muito cara e pode ter resultados desastrosos se não acompanhada pela estabilização dos processos logísticos. Investir pouco e ter a prudência de estabilizar os processos logísticos é o caminho mais seguro.</p>
<p>No e-commerce, a melhor propaganda é a boa referência. Manter um bom atendimento é a melhor receita para o crescimento. Um cliente satisfeito induz outros a comprarem.</p>
<h2>5. Para quem vender?</h2>
<p>Inicialmente, deve-se restringir geograficamente o mercado. A internet tem acesso universal, porém a mercadoria vendida tem que ser entregue e, eis o problema: algumas vezes precisa ser coletada.</p>
<p>É importante frisar que a devolução é muito mais frequente no comércio eletrônico do que no varejo tradicional e tende a crescer com o aumento da consciência dos direitos do consumidor. Além disso, há mais  problemas: qualidade da mercadoria (o lojista paga pelos erros de seu fornecedor), erros na especificação ou na foto da mercadoria induzindo o cliente a se enganar.</p>
<p>As devoluções e os cancelamentos devem ser previstos na formação de preço de venda.</p>
<p>É bom lembrar que o cliente do e-commerce está mudando já que a chamada classe C está aumentando a participação. Isso tem um significado muito forte em termos do perfil da oferta e da importância de informações ao cliente por meio de chat, telefone e e-mail para explicar como comprar, obter detalhes das especificações etc.</p>
<p>O aumento da abrangência geográfica de mercado deve ser compatível com o aumento do volume de vendas de modo a diluir os custos da reversa. É importante estabelecer um valor mínimo para o pedido para que as despesas de transporte e financeiras não comprometam a margem.</p>
<h2>6. Promessa é dívida!</h2>
<p>Um dos segredos do e-commerce é cumprir os compromissos assumidos com o cliente quanto ao fechamento do pedido: prazo e entrega da mercadoria em bom estado. Isso parece simples, mas é onde quase todos tropeçam.</p>
<p>O índice de pontualidade de entrega dos líderes de mercado é de 95%, e as devoluções chegam a 3,4% das vendas realizadas.</p>
<p>Para cumprir as promessas, deve-se evitar vender antes de comprar e não vender mais do que o estoque disponível. Para isso, é necessário segregar estoque disponível para a venda não presencial – recomendação dirigida a quem compartilha o estoque com a venda presencial.</p>
<h2>7. Processos internos seguros: uma obrigação!</h2>
<p>O cliente do varejo tradicional pega fisicamente a mercadoria, leva-a até o caixa, embala e realiza o transporte. No e-commerce, ele compra baseado numa foto e na crença da existência de estoque. Após a finalização da compra e do pagamento, a “pegada” da mercadoria, a conferência, a embalagem e o despacho são realizados pela equipe interna do lojista.</p>
<p>Os pressupostos básicos para o sucesso dessa operação são: a coerência entre a informação de estoque e o estoque físico, a facilidade de acesso à mercadoria, a rigorosa conferência da mercadoria com o pedido quando da embalagem, a correta identificação do volume com dados necessários à transportadora e a formação de carga com emissão de romaneio para conferência do carregamento.</p>
<p>Todas essas atividades, obrigatoriamente, têm que serem feitas num prazo preestabelecido e com exatidão. Elas constituem o principal entrave organizacional das pequenas lojas. A desatenção ao processo físico de atendimento condena o esforço de vendas</p>
<h2>8. Se a transportadora atrasou, a loja falhou</h2>
<p>O prazo de entrega é composto do prazo de atendimento físico somado ao tempo de trânsito da transportadora. Como se nota, o maior dos prazos depende do desempenho da transportadora.</p>
<p>Tão importante quanto ter processos seguros é contratar transportadoras confiáveis e controlar seu desempenho. Para tanto, é necessário conhecer o tempo de trânsito de cada transportadora para cada região de destino, controlar a data de transferência da mercadoria para a transportadora e a data em que a entrega foi realizada.</p>
<h2>9. Trabalhar a ansiedade do cliente: rastreabilidade</h2>
<p>Os clientes apreciam acompanhar o atendimento de seus pedidos. Para isso, é importante que o lojista tenha condições de responder o estágio em que se encontram cada um dos pedidos a atender, estejam eles em atendimento físico ou em poder da transportadora.</p>
<p>No mínimo, as seguintes informações são necessárias: recebimento do pedido, aprovação do pagamento, entrega à transportadora e conclusão da entrega.</p>
<h2>10. O tratamento das exceções sinaliza a seriedade da loja: SAC</h2>
<p>É imprescindível conhecer a Lei de Defesa do Consumidor. Ela baliza toda a política de atendimento ao cliente. Nela constam direitos associados à venda não presencial: aceitar devolução até 7 dias da entrega sem questionar o motivo, aceitar devolução por defeito até 30 dias da entrega e até mesmo arcar com as despesas de coleta em caso de devolução.</p>
<p>Os operadores de SAC devem ser capazes de manter cliente informado sobre o processo de atendimento, ter agilidade nos processos de devolução e cancelamento de venda, estar atentos a críticas e registrá-las, liberar crédito e/ou pedido de troca somente após a chegada da devolução.</p>
<p>Fonte: iMasters</p>
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		<title>E-commerce mostra interesse maior por cruzeiros</title>
		<link>http://www.gustavovilla.com.br/noticias/e-commerce-mostra-interesse-maior-por-cruzeiros/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 23:59:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Villa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Estratégias das empresas é utilizar o remarketing, que permite mapear os usuários que visitaram o site para captar os potenciais consumidores.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estratégias das empresas é utilizar o remarketing, que permite mapear os usuários que visitaram o site para captar os potenciais consumidores.</p>
<p>“O brasileiro está cada vez mais interessado em fazer viagens de cruzeiro”, afirma Flávio Luizetto, diretor de operações da WEBTraffic, agência digital. Ele explica que, desde 2009, o volume de buscas na internet com relação a este tipo de lazer se tronou duas vezes maior e que, nos últimos cinco anos, o aumento foi de mais de 1000%.</p>
<p>“Um dado interessante é que o volume de cliques em links patrocinados cresceu mais que as buscas orgânicas sobre o tema, o que consagra esta mídia como uma grande vantagem para o setor de turismo”, avalia Luizetto. O especialista explica que, enquanto as buscas com relação a cruzeiros cresceram 39% no último ano, os links patrocinados obtiveram um aumento de 68% no volume de cliques.</p>
<p>O executivo aconselha criar campanhas específicas atentando para diferentes perfis de público. “Pode-se explorar grupos de anúncios, escolhendo as palavras mais relevantes, e ainda, ressaltar vantagens e descontos exclusivos”, acrescenta.</p>
<p>Outra estratégia interessante, segundo Luizetto, é utilizar o recurso de “remarketing”, que permite mapear os usuários que visitaram o site, para captar estes potenciais consumidores enquanto eles navegam pela web. “As possibilidades para as redes de cruzeiro são inúmeras, mas é possível estudar os nichos específicos que pretendem atingir, para criar estratégias mais assertivas”, explica.</p>
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		<title>Nova edição do Detonaweb quer atrair novos e-consumidores</title>
		<link>http://www.gustavovilla.com.br/noticias/nova-edicao-do-detonaweb-quer-atrair-novos-e-consumidores/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 23:49:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Villa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[detonaweb]]></category>

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		<description><![CDATA[Os consumidores que costumam comprar pela internet poderão aproveitar as promoções e ofertas especiais da 10ª edição do Detonaweb, iniciativa da camara-e.net (Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>SÃO PAULO – Os consumidores que costumam comprar pela internet poderão aproveitar as promoções e ofertas especiais da 10ª edição do Detonaweb, iniciativa da camara-e.net (Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico).</p>
<p>As ofertas começam hoje e vão até setembro. A nova edição, de acordo com a Câmara, tem o como público-alvo os novos consumidores. A ideia é atrai-los para o comércio eletrônico. Segundo a Câmara, após a primeira compra, a probabilidade de o consumidor voltar a comprar pela internet é maior.</p>
<p>Ao todo, 21 varejistas do comércio eletrônico de diversos setores estarão reunidos em um único site:  Americanas.com, Auto Z (Dpaschoal), Carrefour, Colombo, Compra Fácil, e-Fácil (Martins), Extra, Livraria Cultura, Magazine Luiza, Marisa, Ponto Frio, Renner, Sack&#8217;s, Salfer, Saraiva, Shoptime, Siciliano, Tok&#038;Stok, Videolar.com e Wal Mart.</p>
<p>Todas as semanas, uma loja será apresentada no site da promoção Detonaweb.com.br trazendo ofertas exclusivas para os visitantes do projeto.</p>
<p>Crescimento<br />
O comércio eletrônico deve crescer 30% no Brasil em 2011, incentivado principalmente pelo público feminino, que tem crescido em participação neste mercado.</p>
<p>De acordo com a Câmara-e.net, a estimativa é que no primeiro semestre o setor fature R$ 8,8 bilhões &#8211; o valor é maior do que todo o faturamento de 2008, quando o setor faturou R$ 8,2 bilhões.</p>
<p>No ano passado,o comércio eletrônico brasileiro registrou mais de 40 milhões de pedidos, divididos em uma base de aproximadamente 23 milhões de consumidores que gastaram, em média, R$ 373. Em 2009, o tíquete médio havia sido de R$ 335.</p>
<p>Desta forma, o e-commerce teve um desempenho acima do esperado. O faturamento do ano passado foi de R$ 14,8 bilhões nas lojas virtuais brasileiras, um crescimento nominal de 49% frente aos R$ 10,6 bilhões de 2009. A expectativa para o período era de R$ 14,5 bilhões.</p>
<p>Fonte:UOL Economia</p>
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		</item>
		<item>
		<title>f-commerce: Vendas via Facebook pode ser fácil e social</title>
		<link>http://www.gustavovilla.com.br/produtos-interessantes/f-commerce-vendas-via-facebook-pode-ser-facil-e-social/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 23:38:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Villa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Produtos interessantes]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[s-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[social]]></category>

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		<description><![CDATA[A maior rede social do mundo não só acompanha tendências, mas também se antecipa às tendências.
Lembre-se: O Facebook ainda pode lhe render muito dinheiro!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A maior rede social do mundo não só acompanha tendências, mas também se antecipa às tendências.</p>
<p>Lembre-se: O Facebook ainda pode lhe render muito dinheiro!</p>
<p>As páginas de notícias dos principais jornais do mundo estampam diariamente as boas novas do Facebook. Ele está na moda e não deve sair tão cedo, bem como o e-commerce, que além de continuar na moda já faz parte das grandes corporações. Em 2011 teremos a grande mistura do comércio eletrônico com as redes sociais, resultando na tão falada experiência de comprar em grupo, ou Social Commerce.  </p>
<p>O comércio eletrônico soma milhões de consumidores, milhões de vendas. O Facebook soma milhões de usuários e milhões de recursos de interatividade. Nada melhor que&#8230;a integração desses dois milionários a um passo que mais uma vez, surpreende. </p>
<p>O conceito de e-commerce social ainda é embrionário no Brasil. Mas ao passo que novos conceitos avançam, a velocidade da aplicação dos mesmos também é igualmente proporcional às novidades. O Facebook anunciou recentemente o “sonho de consumo” dos varejistas e usuários virtuais: uma ferramenta específica para e-commerce. </p>
<p>Imagine a sua loja virtual dentro do Facebook. Sim, já é realidade. Imagine o seu seguidor poder comprar online dentro da rede social. Sim, também já é possível. Agora, imagine o seu e-consumidor criando uma página virtual da sua loja?</p>
<p>Acredito que esta será a evolução da estratégia de vendas “porta a porta”, tão utilizadas por empresas como Avon e Natura. Mas agora aliada ao Facebook.</p>
<p>Integrar uma loja virtual ao Facebook  é o grande e primeiro passo que deve ser dado e, claro, com ferramentas e profissionais preparados para fazer dela o grande alvo de suas vendas. Essa nova e genial ideia dos donos da era das redes sociais permite uma infinidade de coisas, sendo a mais importante a capacidade de viralização quase que automática da sua marca.</p>
<p>A loja online na rede social permite alta interação dos usuários, permite a integração das ferramentas fantásticas e valiosas do Facebook com todo o processo de compra. Se o fato de podermos integrar o Facebook na loja virtual já é um grande passo, a facilidade de colocar a loja virtual dentro da rede social é um valiosíssimo salto.</p>
<p>Acredito que, muito além disso, caminhamos para algo antes inimaginável. A plataforma disponível no Facebook para uma loja virtual pode dar muito mais asas do que sonha a nossa vã filosofia.  Sim, quem sabe em breve teremos usuários que poderão criar uma loja online com  produtos de suas lojas preferidas, tornando o “boca a boca” digital cada vez mais poderoso e até uma fonte de renda extra para os formadores de opinião de cada marca. Se divulgar o serviço de uma boa loja já era prazeroso, imagine agora se você ganhasse para fazer isso?</p>
<p>Chegamos a um novo caminho. O consumidor dita as regras por conta da variedade de oferta, ainda maior que a demanda. Amadores e profissionais pegam carona em prol de um mesmo objetivo: ganhar dinheiro. Os profissionais antecipam e aplicam tendências. Na era das redes sociais, não há espaço para o amadorismo. Quem define se algo é bom ou ruim, excelente ou péssimo é o consumidor, ops, o e-consumidor. Ele fala mal ou bem da sua marca, ele pode vender ou&#8230;não. Tudo depende do processo plantativo de quem priorizou cuidar de um bom produto e serviço no ambiente digital.</p>
<p>Estamos com a faca e o queijo na mão. Chegou a hora de automatizar o marketing “boca a boca”.  Está cada dia mais fácil convencer empresas, cliente e facilitadores que a internet pode trazer benefícios que jamais teríamos no mundo offline.</p>
<p>Vamos crescer com quem prolifera a nossa comunicação, com quem tem o poder de expandir o nosso alcance. As lojas virtuais brasileiras têm alcance nacional quando falamos em vendas online. As redes sociais têm alcance mundial, mas, acima de tudo, elas falam com quem quer realmente ouvi-las.  Em 2011, temos um longo e cuidadoso caminho a percorrer. Até 2014, há grandes chances de que cada brasileiro possa ter sua loja virtual na internet. </p>
<p>Fonte: adnews &#8211; Natan Sztamfater</p>
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