10 segredos que você NÃO deve contar ao seu concorrente

Este conjunto de alertas dirige-se a quem deseja entrar no e-commerce sem que se aproveite de uma marca importante, que tenha restrição de capital e que admita que o bom uso desse canal de vendas implica no entendimento de suas regras de funcionamento e de processos específicos. São apenas dez regras essenciais para o bom desenvolvimento de pequenas lojas virtuais.

1. Reduzir investimentos iniciais e controlar riscos: pagamento por uso

O software de uma boa loja virtual é muito caro, difícil de ser mantido e ,quando feito em casa, em geral, é pobre em funcionalidades. Costuma também ser lento e sujeito a interrupções de funcionamento.

A maneira mais barata de ter uma loja virtual é alugá-la, pagando por visitante. Normalmente, há um valor inicial, perto de R$ 6.000,00, e uma mensalidade variável segundo o número de visitantes a menos de um piso mínimo.

Cabe ao dono da loja povoá-la com seus itens, estabelecer as políticas comerciais (preço, prazo, frete, meios de pagamento), manter a vitrine etc. Assim como no varejo tradicional, muitos clientes entram na loja, mas poucos compram. No comércio eletrônico, essa proporção é de 100 para 1, o que explica o custo baseado no número de visitantes.

Além da loja, podem-se compartilhar os demais custos logísticos e uso do sistema de back-office (sistema que controla o atendimento integral do pedido, inclusive o financeiro, o fiscal e o contábil) com outras lojas. Esse serviço está começando a ser oferecido no Brasil e é muito comum nos Estados Unidos.

Em síntese, o dono da loja seria responsável por aquilo que ele acha que possui: o talento comercial. As demais funções, em tese, podem ser terceirizadas.

2. Nem todo pedido incluído será faturado

Um dos erros muito comuns cometidos pelos iniciantes no e-commerce é não contar com instrumentos de detecção de fraude com cartão. As lojas alugadas ou o back-office oferecem esse serviço através do uso de softwares altamente especializados.

É útil lembrar que a operadora de cartão reembolsa o cliente em caso de fraude e cobrar a despesa da loja desprezar esse filtro é letal. O percentual médio de pedidos rejeitados por fraude gira em torno de 6%.

A análise de risco se assemelha muito à tradicional análise de crédito, porém com outros critérios por não depender do histórico de pagamentos e ser orientada para pessoas físicas. Um meio de pagamento mais seguro é o boleto, porém ele é usado em menos de 15% das vendas.

Não é somente a análise de risco que filtra os pedidos incluídos: cerca de 30% dos pedidos que não foram considerados como fraude são rejeitados por impossibilidade de pagamento. A cada 100 pedido incluídos, somente 64 pedidos são faturados.

3. O que vender sendo pequeno?

Uma regra básica é evitar a competição com grandes lojas, ou seja, vender categorias que eles não vendem ou, se vendem, não têm muita profundidade. Isso implica em trabalhar com especialidades e ter uma grande diversidade dentro dela.

Essa é a grande oportunidade para pequenas lojas. A dificuldade dos pequenos que se dedicam a nichos de mercado é que não contam com a infraestrutura logística e de controle para operar nesse novo canal. Nesse sentido, o compartilhamento de serviços é essencial.

Para simplificar a logística externa e pagar menos frete, devem ser evitados itens com peso acima de 30 kg e/ou volume acima de 0,1 m³.

Especialidades exigem especificação: a descrição técnica do item é fundamental para comunicar segurança ao cliente e demonstrar a seriedade da loja. Podemos citar como exemplos de especialidade as áreas de caça e pesca, material elétrico, material eletrônico, autopeças, ferramentas e materiais para marcenaria, equipamentos esportivos para esportes radicais etc.

4. Como ser conhecido?

A propaganda na internet é muito cara e pode ter resultados desastrosos se não acompanhada pela estabilização dos processos logísticos. Investir pouco e ter a prudência de estabilizar os processos logísticos é o caminho mais seguro.

No e-commerce, a melhor propaganda é a boa referência. Manter um bom atendimento é a melhor receita para o crescimento. Um cliente satisfeito induz outros a comprarem.

5. Para quem vender?

Inicialmente, deve-se restringir geograficamente o mercado. A internet tem acesso universal, porém a mercadoria vendida tem que ser entregue e, eis o problema: algumas vezes precisa ser coletada.

É importante frisar que a devolução é muito mais frequente no comércio eletrônico do que no varejo tradicional e tende a crescer com o aumento da consciência dos direitos do consumidor. Além disso, há mais problemas: qualidade da mercadoria (o lojista paga pelos erros de seu fornecedor), erros na especificação ou na foto da mercadoria induzindo o cliente a se enganar.

As devoluções e os cancelamentos devem ser previstos na formação de preço de venda.

É bom lembrar que o cliente do e-commerce está mudando já que a chamada classe C está aumentando a participação. Isso tem um significado muito forte em termos do perfil da oferta e da importância de informações ao cliente por meio de chat, telefone e e-mail para explicar como comprar, obter detalhes das especificações etc.

O aumento da abrangência geográfica de mercado deve ser compatível com o aumento do volume de vendas de modo a diluir os custos da reversa. É importante estabelecer um valor mínimo para o pedido para que as despesas de transporte e financeiras não comprometam a margem.

6. Promessa é dívida!

Um dos segredos do e-commerce é cumprir os compromissos assumidos com o cliente quanto ao fechamento do pedido: prazo e entrega da mercadoria em bom estado. Isso parece simples, mas é onde quase todos tropeçam.

O índice de pontualidade de entrega dos líderes de mercado é de 95%, e as devoluções chegam a 3,4% das vendas realizadas.

Para cumprir as promessas, deve-se evitar vender antes de comprar e não vender mais do que o estoque disponível. Para isso, é necessário segregar estoque disponível para a venda não presencial – recomendação dirigida a quem compartilha o estoque com a venda presencial.

7. Processos internos seguros: uma obrigação!

O cliente do varejo tradicional pega fisicamente a mercadoria, leva-a até o caixa, embala e realiza o transporte. No e-commerce, ele compra baseado numa foto e na crença da existência de estoque. Após a finalização da compra e do pagamento, a “pegada” da mercadoria, a conferência, a embalagem e o despacho são realizados pela equipe interna do lojista.

Os pressupostos básicos para o sucesso dessa operação são: a coerência entre a informação de estoque e o estoque físico, a facilidade de acesso à mercadoria, a rigorosa conferência da mercadoria com o pedido quando da embalagem, a correta identificação do volume com dados necessários à transportadora e a formação de carga com emissão de romaneio para conferência do carregamento.

Todas essas atividades, obrigatoriamente, têm que serem feitas num prazo preestabelecido e com exatidão. Elas constituem o principal entrave organizacional das pequenas lojas. A desatenção ao processo físico de atendimento condena o esforço de vendas

8. Se a transportadora atrasou, a loja falhou

O prazo de entrega é composto do prazo de atendimento físico somado ao tempo de trânsito da transportadora. Como se nota, o maior dos prazos depende do desempenho da transportadora.

Tão importante quanto ter processos seguros é contratar transportadoras confiáveis e controlar seu desempenho. Para tanto, é necessário conhecer o tempo de trânsito de cada transportadora para cada região de destino, controlar a data de transferência da mercadoria para a transportadora e a data em que a entrega foi realizada.

9. Trabalhar a ansiedade do cliente: rastreabilidade

Os clientes apreciam acompanhar o atendimento de seus pedidos. Para isso, é importante que o lojista tenha condições de responder o estágio em que se encontram cada um dos pedidos a atender, estejam eles em atendimento físico ou em poder da transportadora.

No mínimo, as seguintes informações são necessárias: recebimento do pedido, aprovação do pagamento, entrega à transportadora e conclusão da entrega.

10. O tratamento das exceções sinaliza a seriedade da loja: SAC

É imprescindível conhecer a Lei de Defesa do Consumidor. Ela baliza toda a política de atendimento ao cliente. Nela constam direitos associados à venda não presencial: aceitar devolução até 7 dias da entrega sem questionar o motivo, aceitar devolução por defeito até 30 dias da entrega e até mesmo arcar com as despesas de coleta em caso de devolução.

Os operadores de SAC devem ser capazes de manter cliente informado sobre o processo de atendimento, ter agilidade nos processos de devolução e cancelamento de venda, estar atentos a críticas e registrá-las, liberar crédito e/ou pedido de troca somente após a chegada da devolução.

Fonte: iMasters

Quase 40% dos consumidores, ao receberem um e-mail marketing, procuram mais informações nas redes sociais e nos sites.

Os 12 tipos de consumidores

Um estudo feito pela Proclientia e ExactTarget nos EUA e Europa revelou que quase 40% dos consumidores, ao receberem um e-mail marketing, procuram mais informações nas redes sociais e nos sites. Foram identificados também diferentes tipos de consumidores online, onde foram analisados os níveis de desempenho em mídias sociais considerando diferentes idades e níveis de renda.

Veja abaixo os 12 tipos de consumidores online identificados pela pesquisa:

Círculo de confiança
47% dos consumidores online se identificam com este grupo. Estão interessados em manter seus relacionamentos com familiares e amigos, e não no desenvolvimento de novos relacionamentos. Como clientes, sua atenção é difícil de entender. Há probabilidade de receber e-mails de marcas e não gostar quando uma empresa envia mensagens pelo Twitter ou Facebook.

Cauteloso
33% dos consumidores online acreditam que fazem parte deste grupo. São consumidores normalmente muito seletivos sobre com quem estão se comunicando e o tipo de informação que estão compartilhando na web. É muito importante que suas informações pessoais sejam tratadas com respeito pelas marcas. Eles são muito ativos nas redes sociais.

Candidato-Informação
33% dos consumidores online se identificam com este grupo. Eles vão para a web para encontrar e consumir informação. Não estão interessados em novos conteúdos, mas em recolher as opiniões através de análises de produtos e comentários de consumidores. Os membros deste grupo enxergam o Facebook como uma ferramenta para conversar com amigos e familiares e o Twitter como canal de informação. Um bom conteúdo no perfil da marca nas redes sociais é a melhor maneira de chamar sua atenção.

Entusiastas
Correspondem a 32% dos consumidores online. Este grupo procura manter contato com pessoas que têm interesses semelhantes. São jovens e bastante ativos tanto por e-mail quanto pelas redes sociais. Gostam de ser os primeiros a receber informações das marcas, mas exigem que essas informações sejam de boa qualidade e interessantes.

Quem está a procura de propostas
30% dos consumidores online estão neste grupo. Eles são caracterizados pela busca de ofertas e descontos em todos os canais disponíveis on-line: e-mail, Facebook, Twitter… Não são muito ativos na geração de seus próprios conteúdos, mas participam com comentários sobre os artigos, produtos ou empresas.

Compradores
Este grupo contém 24% dos consumidores online. Estão mais interessados em comprar quando estão na web, mas seus interesses não estão limitados às transações online. Gastam muito tempo pesquisando nas lojas. Estes consumidores estão mais interessados na qualidade que no preço. Têm mais de 25 anos e alto poder aquisitivo. 35% dos “compradores” indicam que preferem comprar marcas que consentiram enviar-lhes e-mails, 27% são mais propensos a comprar de marcas depois de segui-los no Twitter e 17% compram de marcas depois de estarem no perfil no Facebook.

Viciados em notícias
21% dos consumidores on-line fazem parte deste grupo. São caracterizados por usarem a web como fonte primária de informação para notícias e eventos. São contribuintes ativos nas mídias sociais, nomeadamente através da publicação de artigos e comentando sobre os outros. 65% deles têm mais de 35 anos. São mais propensos a ler artigos sobre produtos que os outros grupos.

Jogadores
Engloba 19% dos consumidores online. Eles estão interessados em notícias sobre video-games. É um grupo de baixo poder aquisitivo. O uso de redes sociais é feito especialmente para jogar e compartilhar experiências. Têm pouco interesse em seguir as marcas nestas redes.

Borboletas sociais
13% dos consumidores online acreditam que estão neste grupo. Fazer e manter muitos amigos sua prioridade. Usam as redes sociais para conversar com seus amigos, mas não colegas de trabalho. Estão interessados em receber ofertas e preferem enviar e-mails a fazê-lo pelo Facebook ou Twitter. São blogueiros ativos e fazem comentários pela rede.

Os negócios em primeiro lugar
8% dos consumidores online se identificam com este grupo. Estão na Internet para os negócios, procurando as últimas tendências, capturando contatos profissionais e abrindo oportunidades de emprego através de redes como o LinkedIn. Usam o e-mail com freqüência e são usuários ativos nas redes sociais, embora não possuam interesses em seguir marcas na internet. É mais fácil mantê-los como um fã pela promessa de atualizações de produto ou informação educacional do que por descontos e entretenimento.

Amplificadores
São 7% dos consumidores online. Os membros deste grupo desejam se conectar, educar e compartilhar recursos e informações com outras pessoas. As interações sociais são levadas muito a sério. 20% usam o Twitter diariamente e são três vezes mais torcedores das marcas do que o consumidor médio. Acreditam que o Facebook e o Twitter são a melhor maneira de lidar com as empresas.

Livro aberto
6% dos consumidores online fazem parte deste grupo. Caracterizam-se por exibir na web seus gostos, opiniões negativas etc. São livres na Web e podem deixar comentários inadequados ou muito controversos. Enquanto os “amplificadores” estão interessados em se conectar e aprender, os “livros abertos” querem divulgar suas experiências e conhecer pessoas para compartilhá-las. Quanto às marcas, podem ser seus maiores defensores ou detratores.

Fonte: Ponto Marketing

Princípio da Escassez: Como incentivar o cliente a comprar

liquidação ecommerce loja virtualTudo que é escasso vale mais no mercado. O valor de um bem aumenta considerávelmente quando o mesmo tem um alto nível de diferenciação ou de exclusividade.

Praticamente todos nós já sentimos o impulso de comprar um determinado artigo por este se encontrar em promoção ou ser uma “edição limitada”.
Estas são duas das mais valiosas expressões dos profissionais de marketing: assim que um produto entra num período de “escassez” o interesse que desperta nos consumidores aumenta!

O Princípio da Escassez, porém, não precisa ser utilizado apenas em casos de produtos exclusivos.
A simples idéia de que um produto está por acabar faz com que o consumidor antecipe sua decisão de compra, ou até mesmo compre sem barganhar no preço.
Observamos este tipo de estratégia em promoções como “Só até amanhã”, ou “últimas unidades, aproveite”.

No entanto, o que é curioso é que não é o fato de ganharmos algo que torna este princípio tão forte.
É o fato de estarmos perdendo algo potencialmente valioso que nos leva a atuar de acordo com esta norma de persuasão.
Quando sabemos que algo existe em um número limitado, a perspectiva de estarmos perdendo um bom negócio ou de não comprarmos um produto único é que torna esse objeto tão desejável.
É isso que nos faz muitas vezes pagar mais por um produto que na realidade sabemos valer muito menos.
O medo de perder a oportunidade de comprar por determinado preço, ou mesmo de ter um produto que pode demorar para voltar as prateleiras é um incentivo para compra além de um argumento para o vendedor evitar a barganha.

E nas lojas virtuais, como aplicamos o princípio da escassez?

Pense como poderia limitar o acesso a um determinado item que tenha valor abaixo do mercado, diferencial acima do mercado, prazo de entrega abaixo do mercado.

Para utilizar o Princípio da Escassez nas negociações de vendas em seu dia-a-dia, sugiro seguir algumas regras básicas que enumero abaixo:

  • Apenas utilize o Princípio da Escassez quando realmente o produto ou a promoção vai acabar. Ele deve ser utilizado como um argumento verdadeiro, e não como uma forma anti-ética de antecipar a decisão de compra de seu cliente. De outra maneira, suas próximas promoções não terão efeito;
  • Não abuse do uso do Princípio da Escassez. Você perderá a credibilidade se em toda a venda tentar usá-lo como argumento;
  • Nunca minta para seu cliente. A relação de confiança entre as partes não pode ser quebrada, ou não haverão mais negociações futuras.

Vídeo: Logística é uma ótima arma

Além da questão do sistema de compra online, ter uma boa logística cria um diferencial muito bom para o lojista virtual e aproxima ainda mais o comprador do clique “Finalizar pedido“.

Esta é o tema da matéria do Pequenas empresa, Grandes negócios do dia 11 de Maio (Domingo).

Guia: Como montar uma loja virtual

Elenco aqui um resumo de alguns links importantes e interessantes para quem deseja montar sua loja virtual.

Se você ainda não leu o artigo “Vários reais em loja real vale a pena?

Comece por aqui:

Guia de idéias de negócios do Sebrae

Manual básico de negócios do Sebrae

Há oportunidades na Internet?

Quando o prazer se torna trabalho

Como no mundo real, grandes empresas concentram comércio eletrônico

Já dá para ter uma idéia do mercado que está esperando você por ai, não é?

Onde investir: Loja real ou Loja virtual?

Estava me perguntando hoje:

“Por que as pessoas investem vários reais em lojas reais se lojas virtuais são tão rentáveis?”

Acho que por que a maioria das pessoas não tem informação suficiente para acreditar na Internet como um negócio sério.
Para resolver esse problema vou brincar com alguns números, comparando os dois tipos de empresas, só para exemplificar a viabilidade da Web.

(mais…)

Os 5 maiores erros numa loja virtual

Conforme você se aprofunda no comércio eletrônico com sua loja virtual, se perguntará se está errando em algo e se há como melhorar.

Como já citei no artigo “como fugir da guerra de preços“, sua margem de lucro espremida pode gerar algumas vantagens, mas vários problemas. Além da questão de precificação e valor agregado, cito abaixo alguns erros comuns que alguns proprietários de lojas virtuais comentem e que você deve evitar:

  1. Não entregar no prazo prometido. A internet já é um ambiente hostil para muitos clientes e atrasar a entrega de um produto pode ser considerado o erro mais grave entre todos.
  2. Não manter a informação de estoque atualizada. Comprar um item e algum tempo depois descobrir que o item não está disponível, além de ir contra o direito do consumidor, causa frustação. Mais uma vez este item vai contra a imagem da empresa.
  3. Não aceitar cartões de crédito ou oferecer poucas opções de pagamento. Muitas vezes o cliente decidiu que deseja comprar em sua loja, mas gostaria de usar o cartão de crédito para agilizar o processamento do pedido. A reação normal dele é “Ok, vamos ver qual loja aceita meu cartão”. Outras vezes o cliente se sente mais seguro pagando boleto bancário do que informando os dados do cartão. A falta de opção de pagamento pode gerar um grande número de pedidos não finalizados e consequentemente menos lucro para a empresa.
  4. Não se importar com mecanismos de busca e sites de comparação de preço. O cliente que pesquisa o produto já está disposto a comprar, ele apenas não sabe onde. Ignorar essas ferramentas é como ter uma loja num shopping e manter a porta fechada.
  5. Não atualizar o visual do site constantemente. Pode até parecer bobagem, mas não é! Manter o visual do site atualizado constantemente passa ao visitante a percepção de que a loja virtual está sempre sendo atualizada, que a empresa procura melhorar sempre, além de gerar notícia e comentários a respeito entre os compradores.

Se você comete ou já cometeu um desses erros, é hora de corrigi-los.
Como falei, muitos deles inibem a compra atual e futura pelo site. Fique atento!