A Amazon surpreendeu as grandes empresas de serviços online, como Google e Apple, ao lançar seu sistema de música na rede antes de todos.
Batizado de Cloud Player, o serviço disponibiliza 5Gb de espaço gratuito para subir os próprios arquivos de mp3 (incluindo aqueles adquiridos de forma “imprópria”) e tocá-los onde e quando quiser.
Disponibilizado para web e para o sistema Android, o programa oferece possibilidade de expansão para até 20Gb de armazenamento, se o usuário adquirir álbuns pela Amazon, ao custo de 1 dólar por GB por ano.
Para utilizá-lo, basta cadastrar uma conta no site da Amazon, porém o serviço é restrito a usuários sediados nos EUA. A solução é contratar uma VPN, isto é, Virtual Private Network ou Rede Particular Virtual, como a disponível através deste atalho .
Embora seja pouco conhecida, a loja de músicas da Amazon costuma ter títulos mais em conta e pode ser uma boa opção para renovar seu arquivo de artistas.
O site da NBC informa que o projeto da Apple para serviço semelhante não vem correspondendo às expectativas da empresa e o Android Police afirma que o Google ainda está trabalhando no projeto da casa. Não menos importante, o serviço Ububtu One: Music Store já opera há quase dois anos, mas não há informações sobre o funcionamento em território nacional.
Fonte: http://henrique.geek.com.br
Estratégias das empresas é utilizar o remarketing, que permite mapear os usuários que visitaram o site para captar os potenciais consumidores.
“O brasileiro está cada vez mais interessado em fazer viagens de cruzeiro”, afirma Flávio Luizetto, diretor de operações da WEBTraffic, agência digital. Ele explica que, desde 2009, o volume de buscas na internet com relação a este tipo de lazer se tronou duas vezes maior e que, nos últimos cinco anos, o aumento foi de mais de 1000%.
“Um dado interessante é que o volume de cliques em links patrocinados cresceu mais que as buscas orgânicas sobre o tema, o que consagra esta mídia como uma grande vantagem para o setor de turismo”, avalia Luizetto. O especialista explica que, enquanto as buscas com relação a cruzeiros cresceram 39% no último ano, os links patrocinados obtiveram um aumento de 68% no volume de cliques.
O executivo aconselha criar campanhas específicas atentando para diferentes perfis de público. “Pode-se explorar grupos de anúncios, escolhendo as palavras mais relevantes, e ainda, ressaltar vantagens e descontos exclusivos”, acrescenta.
Outra estratégia interessante, segundo Luizetto, é utilizar o recurso de “remarketing”, que permite mapear os usuários que visitaram o site, para captar estes potenciais consumidores enquanto eles navegam pela web. “As possibilidades para as redes de cruzeiro são inúmeras, mas é possível estudar os nichos específicos que pretendem atingir, para criar estratégias mais assertivas”, explica.
SÃO PAULO – Os consumidores que costumam comprar pela internet poderão aproveitar as promoções e ofertas especiais da 10ª edição do Detonaweb, iniciativa da camara-e.net (Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico).
As ofertas começam hoje e vão até setembro. A nova edição, de acordo com a Câmara, tem o como público-alvo os novos consumidores. A ideia é atrai-los para o comércio eletrônico. Segundo a Câmara, após a primeira compra, a probabilidade de o consumidor voltar a comprar pela internet é maior.
Ao todo, 21 varejistas do comércio eletrônico de diversos setores estarão reunidos em um único site: Americanas.com, Auto Z (Dpaschoal), Carrefour, Colombo, Compra Fácil, e-Fácil (Martins), Extra, Livraria Cultura, Magazine Luiza, Marisa, Ponto Frio, Renner, Sack’s, Salfer, Saraiva, Shoptime, Siciliano, Tok&Stok, Videolar.com e Wal Mart.
Todas as semanas, uma loja será apresentada no site da promoção Detonaweb.com.br trazendo ofertas exclusivas para os visitantes do projeto.
Crescimento
O comércio eletrônico deve crescer 30% no Brasil em 2011, incentivado principalmente pelo público feminino, que tem crescido em participação neste mercado.
De acordo com a Câmara-e.net, a estimativa é que no primeiro semestre o setor fature R$ 8,8 bilhões – o valor é maior do que todo o faturamento de 2008, quando o setor faturou R$ 8,2 bilhões.
No ano passado,o comércio eletrônico brasileiro registrou mais de 40 milhões de pedidos, divididos em uma base de aproximadamente 23 milhões de consumidores que gastaram, em média, R$ 373. Em 2009, o tíquete médio havia sido de R$ 335.
Desta forma, o e-commerce teve um desempenho acima do esperado. O faturamento do ano passado foi de R$ 14,8 bilhões nas lojas virtuais brasileiras, um crescimento nominal de 49% frente aos R$ 10,6 bilhões de 2009. A expectativa para o período era de R$ 14,5 bilhões.
Fonte:UOL Economia
Anunciar em redes sociais pode ser uma estratégia de marketing para os anunciantes que desejam se comunicar com a classe C. Este público está cada vez mais conectado à internet e o fato de 66,7% terem cartão de crédito próprio ou de alguém próximo, facilita a compra virtual.
“Dois terços das pessoas que acessam a internet têm disponibilidade de uso de cartão de crédito pessoal ou da família. Isso pode ser a porta de entrada a ser explorada no comércio eletrônico”, disse Alexandre Crivellaro, diretor de inovação do Ibope Media, durante sua apresentação nesta tarde (6) no E-commerce Summit, em São Paulo.
A relação entre compras online e comerciais de TV é um comportamento comum entre o consumidor classe C e por isso, a comunicação integrada seja mais eficaz. O uso de celebridades nas campanhas é outro fator que chama a atenção dessas pessoas. “A classe C confia muito na propaganda e por isso ela tem que ser bem feita. Além disso, eles também confiam nas celebridades. Isso tende a levar o consumidor da classe C a ir com mais facilidade para dentro da loja”, observou Crivellaro.
Hoje o Brasil possui 67 milhões de pessoas conectadas à internet e o País lidera o ranking dos países que mais tempo passam online: 45 horas e 43 minutos, ficando a frente de Reino Unido, Estados Unidos e França.
Fonte: Exame
A chinesa Taobao e o Yahoo Japão anunciaram nesta segunda-feira uma parceria que prevê o lançamento de duas plataformas online para realizar vendas compartilhadas em seus respectivos mercados. A aliança amplia o alcance dos dois gigantes do comércio eletrônico da Ásia e rivaliza com o eBay, segundo as empresas.
A Taobao, controlada pelo maior grupo de comércio eletrônico da China, o Alibaba, e o Yahoo Japão planejam disponibilizar 8 milhões e 50 milhões de produtos listados, respectivamente, quando as plataformas começarem a operar em 1o de junho.
A operação vai abrir o crescente mercado de comércio eletrônico na China a transações menores no Yahoo Japão, além de representar um volume combinado de negócios de 290 bilhões de iuans (42,5 bilhões de dólares) e 260 milhões de usuários de ambas empresas, afirmou o presidente do Yahoo Japão, Masayoshi Son, em coletiva de imprensa.
“Agora posso dizer que os países desenvolvedores da Internet estão na Ásia”, disse ele. “Juntos, quando unirmos as forças, estaremos aptos a superar o eBay em volume de negócios”, acrescentou.
Fonte: E-commerce News
Metade das empresas de e-commerce nos Estados Unidos e Canadá colocou os países do leste africano na lista de nações para as quais não vendem mais. A Nigéria aparece na lista negra de 50% dessas companhias.
O dado é de um estudo da empresa norte-americana CyberSource. Doug Schwegman, diretor de inteligência de marketing da companhia, apresentou durante o E-Commerce Summit, realizado no último dia quinta-feira, 06/05, na capital paulista, um estudo sobre fraudes no comércio eletrônico dos Estados Unidos e Canadá.
Em segundo lugar na lista de países com maior índice de rejeição aparece Gana, com 45%. Indonésia e Malásia vêm na sequência, com 30%, seguidas do Irã e Rússia, com 23%, e da China e Vietnã (20%).
Na sexta colocação estão Hong Kong, Índia e Cingapura (18%). O Brasil aparece em sétimo, juntamente com Coréia do Sul e Turquia, com 15% de rejeição, seguido das Filipinas e Taiwan (13% e do México (10%).
De acordo com a pesquisa, o alto índice de fraudes em compras originadas no exterior levou boa parte das empresas de comércio eletrônico a recusar vendas para fora de seus países. Schwegman conta que 20% das empresas pararam de vender para países específicos. Dessas, 5% simplesmente deixaram de vender para o exterior.
Na mão grande
Segundo ainda o relatório, os meios convencionais de roubo de informações pessoais e confidenciais de pagamento ainda são os mais utilizados pelos fraudores do comércio eletrõnico. Segundo o levantamento da CyberSource, 33% das informações são obtidas a partir de carteiras, bolsas e documentos perdidos.
Essas perdas, junto com informações coletadas em restaurantes ou lojas físicas e quando o consumidor passa os dados por telefone, respondem por 75% dos dados de pagamento perdidos. Problemas de segurança em sistemas de pagamento de lojas virtuais, crimes virtuais, esquemas de phishing e outros meios cibernéticos representam 25% dos roubos de informações confidenciais utilizadas para fraudes na internet.
Fonte: Convergência Digital
Filhos e maridos que ainda não compraram o presente do Dia das Mães deverão preparar o bolso, porque nem flores, joias, bijuterias e o tradicional almoço de domingo escaparam da inflação. A variação nos preços destes itens ficou até acima do IPC-BR (Índice de Preços ao Consumidor – Brasil Semanal) nos últimos 12 meses, que foi de 5,72%, segundo a FGV (Fundação Getulio Vargas). A recomendação é gastar mais sola de sapato pesquisando para conseguir economizar.
Aqueles que têm o hábito de mandar flores devem ter notado a diferença nos preços, pois o reajuste alcançou 12,45% em relação a 2009. Este é o caso da professora Vera Lucia dos Santos, 45 anos, que observou aumento significativo dos preços em Diadema. “Nesta época do ano sempre fica um pouco mais caro”, comenta.
O presente da mãe vaidosa, que aprecia joias ou bijuterias, subiu 8,41%. “Isso não quer dizer que o consumidor vai pagar mais caro em qualquer presente, dependerá muito da habilidade no momento de pesquisar seja na internet ou nas lojas físicas”, diz o economista da FGV André Braz.
A refeição em restaurante endossa o grupo das opções cujo valor está maior neste ano. O reajuste ficou acima da inflação, somando 6,21%. De maneira geral, a variação média nos presentes da segunda melhor data para o comércio foi valorizada em 4,12% neste ano.
CONTRAMÃO – De acordo com pesquisa da FGV, os preços de produtos como roupas, calçados e perfumes tiveram reajuste inferior à inflação acumulada nos últimos 12 meses. Campeão nas intenções de compras, o grupo vestuário registrou variação de 4,58%. “Roupas sempre são boas opções de presentes, independentemente da quantia disponível para gastar. Além disso, ainda pode trocar com facilidade”, brinca Braz.
Entre os itens que estão mais baratos neste ano encontram-se geladeira, máquina de lavar roupas e fogão, com variação negativa no período, ainda reflexo da redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). Neste contexto, vale destacar os valores dos pacotes turísticos e excursões.
E-commerce garante entrega de compra realizada até sábado
Para seduzir os consumidores que deixaram as compras do Dia das Mães para última hora, as lojas virtuais estão com programação especial para a data e garantem entrega de produtos comprados até amanhã. Segundo o Submarino, os itens femininos que constam no hotsite adquiridos até as 22h de amanhã serão entregues até as 18h de domingo.
Na pontocom do Walmart.foram nomeados mais de 60 produtos nas categorias beleza, relógios, livros, portáteis, telefonia e eletrônicos com o selo ‘Entrega Garantida”, que se comprados no cartão de crédito hoje, serão entregues amanhã.
No Carrefour.com os pedidos efetuados até as 18h de hoje com cartão de crédito serão entregues pela loja virtual até as 22h de amanhã. O serviço também é chamado de ‘Entrega Garantida”.
A coordenadora do Procon Grande ABC, Maria Aparecida Tijiwa, recomenda conhecer bem o local onde irá comprar. “A troca pode ser feita até sete dias após o recebimento. A loja deve marcar dia e período da entrega. Se não receber conforme o combinado, o cliente pode reclamar no Procon.”
Dados da empresa americana CyberSource se referem ao setor no mundo. No mercado brasileiro, o valor gira em torno de US$ 500 milhões.
Um levantamento produzido pela CyberSource, empresa americana especializada em soluções de segurança, afirma que, só na América do Norte, em 2009, o comércio perdeu pouco mais de três bilhões de dólares devido a trapaças cometidas em pagamentos online, ou seja, 1,2% da receita total do setor. Globalmente, a perda é de mais 10 bilhões de dólares ao ano, de acordo com uma projeção feita a partir dos dados obtidos no continente norte-americano.
Apesar dos valores exorbitantes, nem tudo está perdido. É a primeira vez, desde 2003, que o índice sofre queda em relação ao ano anterior – em 2008, o saldo foi de 1,4%. Outro dado interessante é que o percentual de transações autorizadas que, mais tarde, se mostraram fraudulentas, foi de 0,9%, dois décimos a menos se comparado ao ano anterior. Nunca antes o índice havia ficado abaixo do 1%.
Curiosa é a diferença existente entre o valor das transações legais e as fraudes. Enquanto os pagamentos que se concretizam têm um gasto médio de 115 dólares por compra, os criminosos tentam extrair em média 200 dólares.
Vetados
Devido aos problemas com fraudes no comércio eletrônico, muitas companhias se recusam a vender para países específicos (20%), ou para qualquer nação no exterior (5%). Mesmo as empresas que oferecem tal facilidade afirmam que, em média, o número de transações rejeitadas devido a suspeitas de irregularidade é três vezes maior em relação às vendas no mercado doméstico. A proporção significa que, em cada 13 encomendas internacionais, uma é bloqueada.
Ainda assim, a situação tem se equilibrado. Se em 2008 4% das transações internacionais foram identificadas como fraudulentas, em 2009 esse número caiu dois pontos percentuais. Nacionalmente a diferença foi bem menor, de 1,1% para 0,9%. Se a tendência se mantiver, é bem capaz que nos próximos anos o número de lojas que recebem encomendas do exterior aumente – atualmente, só 54% delas aceitam requerimentos de outros países que não o próprio.
Na lista das nações com maior índice de rejeição, a Nigéria lidera; 50% das lojas pesquisadas não vendem para o país. Em segundo lugar vem Gana, 45%, com a Indonésia e a Malásia atrás, 30%. O Brasil está em sétimo lugar, sendo preterido por 15% das empresas de comércio eletrônico.
Brasil
No País, as perdas com fraude no comércio eletrônico giram em torno de 500 milhões de dólares ao ano, ou 1,2% de todos os pagamentos – similar ao índice global.
Para Doug Schwegman, diretor da CyberSource Corporation, que deu palestra durante o E-Commerce Summit, realizado nesta quinta-feira (6/05), em São Paulo, o Brasil deve compartilhar o conhecimento que tem sobre fraudes nos pagamentos online, para que, a partir de parcerias globais, possa aprimorar as práticas a fim de solucionar problemas com as vendas pela internet.
As vendas do Dia das Mães deverão aumentar os negócios do comércio eletrônico brasileiro em 40% este ano, segundo projeção da consultoria E-Bit.
A expectativa é de que as lojas virtuais faturem R$ 620 milhões com a data, que, segundo a pesquisa, só perde para o Natal em movimentação de vendas.
Para alguns setores, o Dia das Mães é ainda melhor: o de floriculturas, por exemplo, tem nesta data seu melhor período, pouco à frente do Dia dos Namorados.
Entretanto, os setores de eletrônicos, eletrodomésticos, celulares, notebooks e itens mais acessíveis, como livros, perfumes, roupas e acessórios, também são favorecidos.
Durante todo o ano de 2010, a projeção da E-Bit é de que o e-commerce some R$ 13,6 bilhões em vendas no Brasil.
Fonte: Baguete
A preparação para evitar problemas de armazenamento e entregas no final do ano, em função do grande volume de vendas e de acessos esperados nos sites das empresas atentas ao crescimento do comércio eletrônico (e-commerce) chama a atenção do varejo, principalmente de redes como Lojas Colombo, Walmart, Magazine Luiza e PortCasa.
Com 360 unidades, a gaúcha Lojas Colombo, que briga com Casas Bahia, Carrefour, Ponto Frio e Extra na venda de móveis e eletrodomésticos, crê em um incremento de 25% no Natal, e por isso aumentou o quadro de funcionários 20%, além de renovar a frota de caminhões, com 50 novos veículos, e acabar de ampliar os centros de distribuição (CDs).
De acordo com Gladimir Somacal, diretor de Compras e Logística da Lojas Colombo, a empresa tem 170 caminhões e está preparada para trabalhar em horários de pico, mas se preocupou em renovar a frota, além de ter feito duas ampliações de CDs: no CD de Porto Alegre (RS) e no instalado em Sumaré (SP). Neste, as obras acabam de ser finalizadas, e houve aumento de 40% da capacidade local, com um depósito lateral ao CD. “Já estava nos nossos planos aumentar esse CD em função da demanda do Natal e visando a ampliação no comércio eletrônico. Além disso, já estaremos preparados para uma futura expansão”, disse o diretor.
O executivo afirma ter adiantado algumas compras e diz que a empresa já começa a receber as mercadorias para o período, inclusive eletroeletrônicos, cujo abastecimento estava com problemas e começa a voltar ao normal. A rede, que ano passado faturou R$ 1,273 bilhão – crescimento de 52 % sobre 2007 -, também se beneficiou da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Somacal acredita que o IPI ajudará a manter as boas vendas até o fim do ano, e diz que até agora as vendas da linha branca cresceram 30%.
Supermercados
No Walmart, a rede acaba de adicionar mais um CD para a área de e-commerce, que demanda cuidado por atingir todo o País e vem aumentando sua base de clientes. A preparação para as vendas de Natal aconteceu com bastante antecedência, especialmente por conta das vendas on-line, que agora possuem dois CDs. Para Flávio Dias, diretor de e-commerce da rede – presente ontem no E-commerce Summit 2S09, em São Paulo – , a unidade on-line já superou o plano inicial em market share, vendas, lucro e faturamento.No Natal, o diretor afirmou, em entrevista recente ao DCI, que terá o dobro da sua capacidade logística e já começou a se preparar em agosto.
“Preferimos antecipar os investimentos e ter até ociosidade. Estamos ampliando a nossa estrutura, temos um operador logístico que não para de crescer, e reforçarmos a equipe e o quadro de funcionários para o período”, explica.
Para o comércio eletrônico, a rede Magazine Luiza também reforça seu quadro e sua estrutura. Recentemente, Frederico Trajano, diretor de Marketing e Vendas da rede, afirmou ter ampliado o quadro de funcionários em 20% e prevê contratar novas transportadoras para suportar o movimento. A rede acaba de lançar um site mais moderno, e o e-commerce , junto com as lojas virtuais da rede, que são lojas em cidades menores com estoque reduzido, representa 13% do seu faturamento total – de R$ 3,2 bilhões em 2008. A previsão é fechar este ano em R$ 3,8 bilhões. Em 2009, as vendas on-line devem crescer 40% sobre o ano passado.
Especializadas
Pequenas e médias empresas também ampliam sua presença no comércio eletrônico, competindo com grandes players, e aproveitam para reforçar sua estrutura visando ao Natal. É o caso da PortCasa, com uma loja no bairro do Bom Retiro, em São Paulo, que fechou contrato com outras transportadoras para seu e-commerce, especializado em artigos de cama, mesa e banho.
De acordo com o diretor da PortCasa, Natan Sztamfater, ano passado a empresa utilizava apenas os Correios, mas procurou outras transportadoras para entregar em algumas regiões, se prevenindo. Além disso, ampliou a equipe de estoque e separação dos produtos, que devem permanecer na empresa. A marca tem dois anos e pretende crescer 110% frente ao ano passado, mantendo esse patamar em 2010. “O comércio eletrônico representa 50% de nossas vendas e faturamento, acabamos de atualizar o site e vamos ter promoções agressivas no Natal, com descontos e frete grátis”, diz Sztamfater.
fonte: dci