Um Celular na Mão e uma Marca na Cabeça

A forma como as empresas e agências pensam e fazem publicidade mudou radicalmente com o desenvolvimento da Internet como canal tanto voltado ao business (viés transacional) como mídia central para comunicação, relacionamento e colaboração, ou seja, desde o surgimento dos primeiros E-Commerce até a atual onda 2.0, pautada no envolvimento do usuário através da produção de conteúdo em formato rich media (User Generated Content – UGC).

Com o maior engajamento do usuário e dos clientes no processo de construção e criação (na verdade, co-construção e co-criação) das marcas e imagens destas marcas – uma vez que a identidade, essência e propósitos das marcas são de propriedade e controle das empresas, porém a imagem – obtida através da interpretação, utilização, contextualização e aplicação prática, nos modelos de um processo antropofágico – depende quase que exclusivamente da atuação de seus usuários.

O processo interativo de Branding e o papel da marca como instrumento de identificação e formação da personalidade e identidade do ser humano-consumidor-cliente não é novidade alguma.

A dinâmica que tornou marcas como Apple, Nike, Starbucks, MasterCard, Google, Absolut, Wal Mart, Louis Vitton, All Star etc em bastiões de estilo de vida e sinônimos do “cool” contou com o engajamento intensivo de seus consumidores.

A série de anúncios customer made de MasteCard (“Existem coisas que o dinheiro não paga”) e Absolut (Absolut Anything) parodiando as versões oficiais das propagandas se tornaram fenômeno com direito a premiações e reconhecimento internacional, representando um bom exemplo de como a colaboração revolucionou o branding e a publicidade.

Porém, tais cases (apesar de serem referência) datam de uma época onde a tecnologia e as possibilidades de criação de rich content pelo usuário derivadas da Convergência de devices e das funcionalidades da Web 2.0 não existiam ou eram limitadas àqueles que possuíam conhecimento técnico dos processos de criação ou acesso aos softwares, hardwares, sistemas e ambientes web específicos.

Com a popularização de sites e redes de compartilhamento multimídia (especificamente as redes de vídeo como YouTube e Vimeo e fotos como Filckr, Picasa e Photobucket ) , funcionalidades simplificadas de edição e editoração, e mais ainda, com o embarque de câmeras de foto/vídeo de boa qualidade em todo e qualquer novo celular produzido, os antes simples consumidores passivos se tornaram publicitários profissionais que precisam apenas de uma marca na cabeça e um celular na mão para viralizarem sua mensagem adiante.

Com a credibilidade de quem, a princípio, não tem interesses por trás de uma ação de divulgação e branding espontânea, os consumidores assumirão o papel de publicitários e defensores maiores das marcas.

Patrocinar tais consumidores ou simular ações publicitárias como se fossem espontâneas, assim como fez a Coca-Cola na campanha Hapiness Machine é a resposta das empresas para participar no jogo da nova publicidade 2.0.

Fonte: Administradores – E-Consulting

Quando procuramos fazer parte de um grupo de networking, é importante lembrar que na maioria das cidades poderá encontrar várias opções para escolher. Podemos de uma forma geral dividir as escolhas entre 7 tipos diferentes de groups, fazendo com que a sua decisão final seja mais fácil de tomar.

Conheça os tipos de grupos de relacionamento / networking

1. Networking Casual – Business Drinks, Câmaras de Comércio – Encontros de
profissionais num contexto menos estruturado, sendo que para alguns são uma fonte
primária de referências. A subscrição não é limitada pela profissão. Estes grupos são
bons para desenvolver uma boa amplitude na sua rede de contactos, bem como para a
construção de relações profundas e douradouras.

2. Networking de Organizações Sociais – Rotários, LIONS, Kiwanis – Associações que
existem para prestar serviço humanitário e bom trabalho na comunidade em amplos
locais. Também juntam pessoas em eventos para facilitar a troca de referências e de
conhecimento. Tal qual os grupos casuais, podem ajudar a aumentar a amplitude e
diversidade da sua rede de contactos.

3. Networking de Negócios com redes fortes de contactos – BNI, BRE, BOB -
estruturados para explicitamente passar referências de negócios entre os seus membros.
Apenas permitem uma pessoa por profissão. As redes fortes de contactos são
particularmente boas para construção de relações íntimas e profundas de confiança
porque vê os seus membros semana após semana e passam referências como parte
integral da agenda de trabalhos semanal.

4. Networking de Associações Profissionais – Ordem dos Advogados, Arquitectos – Estão
estabelecidas para a troca de informações e ideias entre os profissionais da mesma área
de actividade, bem como promovem e apoiam essa mesma actividade. Estas redes de
networking incluem concorrentes directos mas também ajudam em contactos de áreas
sinérgicas.

5. Networking Social – Toastmasters, Ignite, Speednetworking – Combinam actividades
sociais com networking empresarial e podem ajudar com uma variedade de
oportunidades de aprendizagem e networking.

6. Networking Feminino – Exclusivo para mulheres – AMEP, ANE, APME – Organizações
essenciais para mulheres, apesar de estarem a desaparecer, dado que as mulheres
entram na corrente de negócio. Especialmente indicado para profissionais,
empreendedoras e pequenos negócios. Na maioria dos grupos atrás referidos, 40% dos
elementos são mulheres.

7. Networking Online – Ecademy, Facebook, Linkedin – Uma nova forma de fazer
networking. A maioria deles ajuda em oportunidades de negócio. Alguns, mais
tradicionais tal como nos grupos de networking presencial necessita de desenvolver
relações de confiança com os elementos da rede online. Formas complementares de
networking online incluem os blogs, newsletters e micro-blogs.

Fonte: Fábio Falcão

Design e serviços atualizados

Acabo de atualizar o design do meu blog.

A intenção é tornar a leitura mais confortável, leve e coerente com as tendências da Internet.

A home do site também mudou. Agora, além das 4 últimas notícias, a última notícia postada fica com o texto na íntegra e em destaque.

Como muitos tem me pedido, vou procurar dar uma ênfase maior aos meus serviços direcionados à lojistas. Assim, aqueles lojistas que enfrentam dificuldades e precisam de um acompanhamento detalhado de um especialista em e-commerce, poderão ser atendidos por mim.

Para que entendam as atividades que incluem esta consultoria:

  • Elaborar e revisar a previsão das vendas
  • Realizar as análises críticas de vendas e garantir funcionalidade da loja virtual
  • Analisar ferramentas de monitoramento de segurança virtual e medir as vendas com acompanhamento de campanhas de marketing
  • Acompanhar estoques, giro de produto e ações da concorrência
  • Elaborar e emitir planilhas para controle direto
  • Realizar planejamento, controle de produção junto ao marketing e diretoria de vendas
  • Elaborar relatório de acompanhamento da produtividade, apurar as metas, realizar reunião semanal com o diretor de vendas e apresentar resultados à diretoria comercial, administrativa e vendas

Clique e conheça os serviços para lojas virtuais

Você sabe qual foi o maior avanço da humanidade?

Recebi um Twitt interessante sobre um concurso cultural e o tema me chamou atenção.
Me perguntei: “O que as pessoas diriam que foi o maior avanço da humanidade?”.

Com certeza alguns responderiam “o computador“, outros logo discordariam e diriam “o telefone“. Alguns diriam a televisão e outros a internet. Mas poucos pensam sobre a importância do conhecimento.

Segundo o dicionário:

s.m. Ato ou efeito de conhecer.
Idéia, noção de alguma coisa: conhecimento das leis.

Mas prefiro a descrição da Wikipedia:

Conhecimento é o ato ou efeito de abstrair idéia ou noção de alguma coisa.

Abstrair, ou seja, transmitir de forma que seja compreensível e exatamente neste ponto entra a escrita e a leitura.

A escrita é anterior a todas essas opiniões, mas peça fundamental para o avanço da humanidade e sem a qual, nenhuma delas teria existido.
A leitura, por sua vez tem maior importância, uma vez que a história e a evolução são consequências diretas de aprendizados obtidos de estudos anteriores.
E as duas não teriam o menor valor entre os avanços da humanidade se não envolvessem o conhecimento e consequentemente os livros.

O livro é de fundamental importância para o desenvolvimento das sociedades e para o crescimento intelectual do indivíduo. É ele que permite ao ser humano registrar fatos importantes da sua história e repassar tais fatos às sociedades posteriores; atuando como vetor do conhecimento.

Num mundo de internet e informação rápida, um bom livro tem importância fundamental na transmissão de idéias de forma alinhada e compreensível, além de ser resultado natural de muita pesquisa e revisão por seus autores e editores. Está exatamente ai o motivo de eu gostar de livros e entender o motivo de ser um dos itens mais vendidos da internet.

O que podemos esperar do futuro dos livros?
Acredito muito nos livros digitais tanto pela praticidade, quanto pela vantagem econômica para editoras e lojas virtuais, como já citei aqui no Blog em 2008 no post “Venda de arquivos, um grande negócio à caminho“.

A campanha Livro “A Arte de SEO”: Campanha de incentivo à leitura vem de encontro com aquilo que realmente penso sobre o livro e a importância da leitura.

Agora todos sabem: A United quebra guitarras

A história (verídica) não é a mais recente da internet, mas é um aprendizado e tanto…

Dave Carroll, músico, viaja para se apresentar em Nebraska, levando sua Guitarra de favorita, pela companhia aérea United Airlines.
Ao desembarcar notou que ela havia sido quebrada, mesmo estando dentro de uma mala dura, resistente a pequenas pacadas.

Por mais de um ano, Dave lutou pelos seus direitos pelos caminhos certos, legais e claro, muito burocráticos, até que no fim disseram que não podiam fazer nada e que ele teria que arcar com o prejuízo de US$ 3500.

Qualquer um ficaria indignado com a história e o desfecho e com Dave não foi diferente.
Só que em tempo de mídia social, Dave fez um clipe e postou no Youtube.
5 milhões de acessos mais tarde e com a história se espalhando pela Internet, a United Airlines entrou em contato com Dave oferecendo arcar com todas as despesas e pedindo para que ele retirasse o clip da internet.

Era tarde e jogo havia mudado de lado. Dave recusou tirar o vídeo da internet e sugeriu que dessem o dinheiro a alguma instituição de caridade.
Mais barato seria manusear as bagagens de forma cautelosa, perto do prejuízo à companhia.
Segundo a Wikipedia e vários jornais, a popularidade do vídeo pode ter causado a queda de cerca de 10% no faturamento da empresa, o que representaria aproximadamente de 180 milhões de Dólares. Apesar de Dave não achar que toda a queda seja por causa do vídeo.

Mas a história não acaba ai.
Depois de toda a repercusão do vídeo, nada menos que Bob Taylor (proprietário da fábrica de guitarras Taylor) resolveu gravar um vídeo e também postar no Youtube.
Disse que ouve esse tipo de história sempre e que apoiaria Dave, dando-lhe uma nova guitarra à sua escolha e ainda faria o concerto em sua antiga Taylor de graça.

As empresas precisam entender que seus clientes podem influenciar a opinião de outras pessoas como nunca antes na história. Seja para o bem, seja para o mal.
Eu por exemplo, nunca viajaria de United se precisasse levar uma guitarra… mas fiquei com vontade de comprar uma Guitarra Taylor.

Simuladores virtuais ajudam na decoração de ambientes

Para facilitar a escolha do produto certo antes de efetivar a compra, empresas lançam mão de um novo recurso: os simuladores virtuais.
O portal MadeiraMadeira, loja virtual de pisos e revestimentos, disponibiliza em seu site um simulador de ambientes com mais de 4,8 mil combinações.
O recurso cria uma prévia do espaço a ser decorado, a partir das opções de pisos e revestimentos que compõem o portfólio da loja.

Já a Coral oferece uma ferramenta que permite aos consumidores visualizar e testar inúmeras combinações de cores utilizando imagens reais dos ambientes. Basta levar uma foto do espaço a ser transformado – num CD, pen drive ou enviar via e-mail – até uma das lojas equipadas com o software.

Informações:
www.madeiramadeira.com.br
www.coral.com.br

Fonte: clicrbs

Viagem e turismo no modelo web 2.O

A classe média transformou a compra de passagens aéreas pela web em um hábito e o mesmo está acontecendo com a aquisição de pacotes turísticos. Até mesmo quem ainda resiste, utiliza a internet como principal ferramenta de pesquisa para consulta de preços, informações de hotéis e lugares. É correto ainda afirmar que não atingimos o patamar de negócios online no setor que um país como os Estados Unidos chegou, mas o uso de ferramental 2.0 promete encurtar essa distância.

“A evolução do mercado de e-commerce como um todo se reflete no crescimento exponencial do setor de turismo online. Grandes players, como as companhias áreas, investiram muito nos últimos anos. A crise afetou o mercado de turismo e a própria gripe é um problema, mas existem muitas possibilidades no mercado online e a curva ascendente é muito superior ao segmento tradicional”, aponta Luiz Gabriel Menis, executivo de contas para viagens online da Amadeus, companhia especializada em soluções voltadas para empresas de turismo, da venda ao back-office, e que trabalha com clientes globais como Expendia, Terminal A, lastminute.com, Rumbo, TravelGuru, Viajar.com, Reisefeber.no, Vivacances.fr, entre outras.
Uma pesquisa comparativa realizada pela Phocuswright’s, ainda em 2007, concluiu que o mercado online respondia por 17% do movimento de turismo brasileiro, algo como R$ 6 bilhões, com a maior parcela dos negócios sendo feita pelas próprias companhias aéreas. Na mesma avaliação, o mundo adquiria online algo como 21% do movimento do turismo global ou algo como R$ 386 bilhões. Fora da curva, os Estados Unidos movimentavam pela internet algo como 40% de seu mercado de viagens corporativas e de lazer. Uma boa diferença ou meta a ser alcançada.

“Mesmo esses 17% é um exagero para o nosso mercado, acho que ainda estamos em algo entre 12 e 15%. Ainda não temos a competição que o mercado norteamericano possui, eles estão muito mais maduros. Mas o cenário é positivo, ainda temos muito a crescer”, aponta Alípio Camanzano, CEO da Decolar.com no Brasil. Ele ressalva, porém, que o caminho pode ser trilhado rapidamente. Não apenas chegamos aos 65 milhões de internautas locais como a própria evolução dos usuários compradores da empresa, que bateu a marca de três milhões em quatro anos de operação, são uma amostra dessa evolução.

Saúde e menos dinheiro
Camanzano aponta ainda que o mercado de turismo online aumentam seus investimentos (veja mais no Box: Investimentos sem palavras) e faturamento mesmo com crise econômica e gripe suína. Se em 2009 a Decolar no Brasil cresceu 110%, a previsão para esta ano é de 60%. “Estamos no contra-fluxo dos problemas. A gripe, em especial, afetou a performance do mês de abril, mas em maio ficamos 40% acima do projetado e seguimos assim nos meses seguintes”, revela. O crescimento se deu em viagens para o Nordeste, Caribe, Estados Unidos e África do Sul.
A gripe, no entanto, fez de países como Chile e Argentina, fortemente afetados pela pandemia, destinos a ser evitados. “A queda foi muito forte para a América Latina. No entanto, as pessoas não deixaram de viajar nas férias de meio de ano, elas simplesmente mudaram o destino.
O turismo local e a Europa foram as maiores alternativas”, admite Menis, da Amadeus.
O executivo argumenta que mesmo com alguns pontos negativos – além da gripe a retração da economia – o potencial do turismo online nos países emergentes é muito grande. “O número de usuários crescente é importante, assim como a maturidade do meio como forma de negócios. E mesmo que a pessoa não compre, ela usa a web como fonte de informações. Não temos como mensurar essa utilização, entretanto é sabido que é muito extensa”, assegura Menis.
A cobiça pelo mercado local está apenas começando: se aguarda para este ano e em 2010, quando a economia mundial deve se estabilizar, a entrada de novos players globais. “Isso vai acontecer e é ótimo para quem já está aqui, como nós. O Brasil segue sendo prioritário dentro dos 12 países que trabalhamos e relançamos o Viajo.com apenas para quem deseja adquirir passagens, como uma alternativa ao Decolar, que é mais completo”, explica Camanzano, que revela: 70% das vendas são feitas online e o restante por call center.
Concorrente da Decolar, a sueca Travelstart – uma das quatro maiores agências de viagens do mundo, que opera 100% online – iniciou suas atividades recentemente no Brasil com investimentos de US$ 500 mil e uma perspectiva de vendas de R$ 36 milhões no primeiro ano. Atuante em 13 países e com faturamento de US$ 180 milhões, a empresa processa, apenas na Escandinávia, algo como duas mil reservas de passagens online por dia.

Do 2.0 ao 2014
O componente que os players, sejam eles grandes ou mesmo agências de turismo de médio e pequeno porte, buscam agora é a interação com o cliente por meio de ferramental 2.0. Não por acaso, já existe um site específico sobre o tema (www.turismo20.com), em espanhol. No endereço são organizados debates, podem ser acessados blogs de personalidades do setor e muito se fala na chamada ‘inteligência coletiva’ – fruto da interação 2.0 com os clientes finais. O foco do site é não apenas o atendimento aos profissionais do setor, mas também os apaixonados por viagens.
Ainda em 2.0, a Decolar, por exemplo, está finalizando os testes de uma rede social da empresa, a Previagem.com, que vai focar em informações e dicas dos destinos escritas pelos próprios consumidores. Os primeiros posts, em regime de teste, foram feitos pelos mil funcionários da companhia em toda a AL. Já a Amadeus investe no ferramental em conjunto com seus parceiros do setor, trabalhando desde redes sociais até canais próprios. “Trazer outras experiências estimula o cliente. Além disso, é preciso saber o que o consumidor deseja, qual o seu perfil de viagem. Com a web 2.0 isto se torna muito mais fácil”, conclui Menis, da Amadeus.
Ressaltando a premissa de que a Decolar é uma empresa de tecnologia com foco em viagens, seu CEO projeta um faturamento global de US$ 300 milhões em 2009, com o Brasil representando algo como metade deste montante. “Isso significa um aumento de 40% em toda a nossa operação, algo que pode ser até conservador de acordo com a performance que temos registrado”, revela Camanzano.
O desafio agora é seguir investindo no mercado local, até por conta da chegada dos novos players, mas também pela expectativa com a Copa do Mundo de 2014, que deve melhorar a infraestrutura do turismo brasileiro como um todo. “A Copa já trouxe sinais positivos, e o País se torna vitrine, tanto para quem viaja como para os que investem”, completa Menis.

Investimentos sem palavras
Um dos grandes players de e-commerce e também de turismo online, o grupo B2W, proprietário do Submarino, Americanas.com, Shoptime e outras marcas, não concede entrevistas, porém segue investindo. Apenas o Submarino Viagens possui parcerias com mais de 750 companhias aéreas e 55 mil hotéis em todo o mundo. O volume que isto representa, no entanto, não é divulgado, mas pela concentração de negócios do B2W – fala-se que 50% de todo o mercado local de e-commerce está nas mãos do Grupo –, se espera um faturamento interessante.
A co-irmã, a Americanas.com também está investindo em seu braço de turismo, o Americanas Viagens. Além de mudar o layout da página, os usuários ganharam opções com descontos de até 30% nos canais dedicados a passagens aéreas, pacotes turísticos, pacotes personalizados, cruzeiros e resorts.
Uma funcionalidade destacada é a ferramenta Monte seu Pacote, que permite aos viajantes personalizar seu pacote de viagem de acordo com suas preferências. O usuário pode escolher o dia, horário, tipo do voo e hotel, e após a compra, pode acompanhar todo o status do pedido, além de imprimir o e-ticket na página personalizada Meus Pedidos.

Fonte: TI Inside

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