Lojas virtuais investem em Orkut, Facebook, Twitter e outras redes para conquistar clientes

É um processo irreversível: As redes sociais passam a fazer parte da estratégia de marketing de empresas de vendas online.

Empresas dos mais diversos portes e segmentos estão percebendo que não aderir a tal estratégia de mercado é estar fora do próprio mercado.

Sabendo que o povo brasileiro é um dos que passa mais tempo navegando em redes sociais, tanto percentualmente quanto em números absolutos, é natural que tal comportamento venha cada vez mais fazer parte dos planos de vendas das empresas de comércio eletrônico.

Esse é o chamado Comércio Social.

O Comércio Social se apresenta como o próximo passo do comércio eletrônico no país ao aliar as rotinas de vendas aliadas à geração de conteúdo colaborativo, que pode ser potencializado por meio da comunicação viral e coesa em rede sociais.

Esses três “Cês” – comércio, conteúdo e comunidade – devem se somar de forma sinérgica em uma mesma plataforma de negócios digitais. Com um bom planejamento, essa estratégia vai gerar um número crescente de vendas qualificadas, porque trabalha continuamente a fidelização e a formação de uma comunidade de marca.

Os passos para implementar tal estratégia em sua operação de e-business não são tão complexos como se pode imaginar:

Inicialmente é preciso gerar demanda, já que não há comunidade sem pessoas.

O Google ainda é o melhor meio para gerar demanda para um site. Ter uma plataforma de comércio eletrônico otimizada para o mecanismo de busca é fundamental para gerar tráfego suficiente para manter uma comunidade sempre ativa e com novos membros.

A geração de demanda também passa pelo marketing viral e convencional.

Outra recomendação é que se abuse das ferramentas gratuitas para buscar mais proximidade do consumidor: Facebook, Twitter, Orkut e You Tube podem ser fortes aliados.

Como conquistar legião de fãs

Após a geração de demanda, é preciso gerar motivos para o usuário voltar e interagir com o site.
Assim, a empresa deve realizar uma ação para não perder os usuários que já visitaram o site pela primeira vez.

Exemplo dessas ações são concursos culturais, promoções relâmpago, fóruns em os consumidores podem conversar entre si e, desse modo, contribuam com suas opiniões e construam o site a seu gosto por meio de APIs ou áreas customizáveis.
É importante tornar a navegação uma experiência e não se restringir à pura e simples compra.

O caso Camiseteria

Eu gosto muito do caso do site Camiseteria.
O site gira em torno da venda de camisetas e seus exemplares vivem esgotando.
Um aspecto legal é que o próprio visitante pode enviar sua estampa.
Aquelas bem recebidas pelo público viram camisetas e o criador ainda ganha dinheiro com isso. Concursos culturais de estampas também acontecem com frequência.

Possuem uma legião de fãs, vivem lançando promoções e interações com os usuários e com isso conquistam cada vez mais novos adoradores da marca.

Criaram até interação com o Twitter para que a comunidade possa ver o que outras pessoas estão dizendo sobre o Camiseteria no Twitter: http://www.camiseteria.com/twitter/

Orkut e facebook

Redes sociais podem ser usadas para gerar tráfego e focar o nicho exato.
No orkut por exemplo, é possível encontrar comunidades como “apaixonados por futebol” – útil para lojas de esporte, “adoro edredon”, “adoro viajar”, etc.

O interessante é que o único investimento é tempo e um plano de ação para captar a atenção daqueles que podem virar fiés escudeiros.

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