O forte crescimento do comércio eletrônico no País passou de motivo de comemoração das lojas virtuais brasileiras a foco de preocupações dos empresários. O modelo de negócios, extremamente dependente da logística, se esforça para driblar a falta de preparação das transportadoras para atender o aumento da demanda e pode enfrentar problemas no Natal, época em que as compras batem recordes.
A avaliação é do gerente-geral de operações e e-commerce do Magazine Luiza, Ronaldo Magalhães. “O Brasil não está preparado para atender a demanda. Nossa logística não está preparada”, afirmou ontem em congresso promovido pela Associação Nacional de Jornais, no Rio. Segundo Magalhães, a maioria das transportadoras é pequena e ainda pouco profissionalizada.
Para o professor do Ibmec-RJ Ruy Quintaes, o problema ocorre porque o setor de transporte de cargas é pouco atrativo no Brasil. “Não é incompetência nem falta de vontade de investir. Mas as transportadoras enfrentam problemas de violência e de infraestrutura.” O problema, afirma, ocorre tanto em estradas como aeroportos. “O governo tem aplicado poucos recursos nessa área, desestimulando o investimento das empresas”, diz. A falta de segurança e a infraestrutura deficiente trazem outro entrave, o alto preço dos seguros, avalia Quintaes. “No Natal, haverá um problema muito grave”, declarou. As informações são do jornal
Fonte: O Estado de S. Paulo.
O curso e-commerce e inteligência no marketing de busca ministrado em empresa de Londrina abordou muitas dicas sobre como usar as diversas ferramentas do mercado para tomar decisões estratégicas no dia-a-dia da loja virtual CFTV shop.
Além de ensinar os conceitos de SEO e como otimizar uma loja virtual para conseguir destaque e melhor posicionamento nas buscas do Google, também passei muitas dicas para que decisões estratégicas sejam tomadas com relação ao marketing de busca, especialmente Google.
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O Carrefour vai sair da Idade de Pedra. A empresa anunciará até o início de 2010 sua entrada no comércio eletrônico. Entre as grandes redes varejistas em operação no país, será a última a criar um site de vendas.
Todo o sistema tecnológico e a estrutura logística, calcanhar de aquiles do comércio online, estão sendo montados com suporte da própria matriz. Os primeiros testes offline deverão ser realizados até o fim de outubro.
Além da operação comercial per si, os franceses pretendem usar o novo portal como uma alavanca para o Carrefour Soluções Financeiras, braço de crédito do grupo. A ideia é utilizar o site para a venda do cartão de private label, concessão de empréstimos e diversos outros serviços financeiros. Dentro do próprio Carrefour, há até quem se refira ao novo site como um internet banking vinculado a uma operação varejista.
A entrada do Carrefour no comércio eletrônico será uma pimentinha a mais na disputa pela liderança do setor de varejo no país. Cálculos do grupo estimam que a receita com as vendas online poderá passar dos R$ 600 milhões apenas no primeiro ano.
Esta cifra ajudará o Carrefour a reduzir a distância em relação ao Pão de Açúcar. Após a compra do Ponto Frio, a rede de Abílio Diniz abriu uma frente de quase R$ 3 bilhões em termos de faturamento anual.
A expectativa dos franceses é que o novo site permita também um salto na venda de eletroeletrônicos e móveis.
Fonte: Advillage
Neste curso os participantes aprenderão sobre estratégia de planejamento de uma campanha, como colocar em prática as técnicas de SEO para melhorar seus sites maximizando o retorno do investimento de suas ações.
SEO – Search Engine Optimization (em português, em português, otimização de sites para mecanismos de busca) trata-se do processo de otimizar uma ou mais páginas de um site a fim de que estas possam ficar bem posicionadas na lista dos resultados de pesquisas feitas em sites como Google e Yahoo.
O aluno terá acesso ao curso por um período de um mês (4 semanas).
O acesso será livre à textos, imagens e vídeos até o término da duração do curso.
Cada aluno terá, durante todo o período do curso suporte integral para esclarecimento de dúvidas referentes ao conteúdo programático via internet.
As vagas ao curso são limitadas, então é preciso confirmar disponibilidade antecipadamente.

A satisfação do consumidor de e-commerce no Brasil atingiu sua maior marca desde que começou a ser medida pelo e-bit em parceria com o Movimento Internet Segura.
Entre as pessoas que fizeram compras pela web no mês de julho, 87,02% se disseram satisfeitas com o resultado da transação. Os insatisfeitos correspondem a 4,27% do total, enquanto que os indiferentes são 8,71%.
O levantamento baseia-se em 118.778 pesquisas em mais de 1.800 lojas virtuais de todo o Brasil entre os dias 1 e 30 de julho.
Os primeiros seis meses do ano trouxeram bons frutos para o comércio eletrônico no Brasil.
De acordo com dados contidos na 20ª edição do Relatório “WebShoppers” (www.webshoppers.com.br) realizado pela e-bit, que conta com o apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), o faturamento para o setor foi de R$ 4,8 bilhões. Esse valor representa um aumento de 27% em relação ao primeiro semestre de 2008, quando registrou R$ 3,8 bilhões.
O tíquete médio elevado, cerca de R$ 323, foi uma das principais características dessa primeira metade do ano. Isso porque os adeptos das compras online optaram por produtos de maior valor agregado, como Informática e Eletrodomésticos, terceira e quarta categorias mais vendidas na web.
A confiança e a satisfação do consumidor foi colocada em evidência no primeiro semestre de 2009. De acordo com levantamento feito pela e-bit, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), comitê da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), mais de 86% dos consumidores brasileiros estão satisfeitos com o comércio virtual.
Para o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, o comércio eletrônico tem a capacidade de surpreender até mesmo os mais otimistas. “O faturamento alcançado nesses primeiros seis meses do ano supera as expectativas. É um mercado muito dinâmico e competitivo e isso permite ao consumidor optar pelas melhores ofertas. Hoje, já passam de 15 milhões de pessoas que já tiveram pelo menos uma experiência de compra pela internet”, afirma Guasti.
Eletrodomésticos em alta
A redução do IPI para Eletrodomésticos, ocorrida em Abril desse ano, ajudou a categoria a conquistar um espaço jamais antes alcançado. Isso porque muitas pessoas puderam aproveitar a oportunidade para antecipar suas compras e adquiriram novos produtos, já que a queda de preço para alguns Eletrodomésticos chegou a 20%. A categoria, que historicamente situava-se entre a 4ª e 5ª posição no ranking de produtos mais vendidos, ganhou mais espaço e alcançou a inédita 2ª colocação em Junho de 2009, com 13% de participação em volume de pedidos.
As marcas mais cobiçadas…
Para a 20ª edição do “WebShoppers”, a e-bit preparou um capítulo destinado a entender as marcas mais vendidas e admiradas pelos e-consumidores. Quando falamos em vendas, Informática teve seu Top 3 ocupado por HP, Samsung e LG como protagonistas nas operações online. Já na questão “Top of Mind”, LG, Philips e Sony apareceram como as principais marcas de TV´s de tela plana, dentro da categoria Eletrônicos.
As grandes não estão mais sozinhas!
Há algum tempo o comércio eletrônico vem sentindo um fenômeno de descentralização das lojas virtuais. As pequenas e médias empresas vêm ocupando cada vez mais a fatia que antes pertencia somente às grandes varejistas. Para ilustrar esse acontecimento, a e-bit fez um levantamento comparativo sobre a participação no mercado do 1° semestre de 2009 em relação ao 1° semestre de 2008 que aponta que os dez maiores varejistas perderam 5,5 pontos percentuais. Em contrapartida, o “long tail”, que engloba pequenas e médias varejistas, ganhou 1,6 ponto percentual em participação comparando-se o mesmo período.
Guasti afirma que a confiança que o canal traz ao consumidor, além da maior conscientização no ato da compra, continuam sendo fatores contribuintes para essa tendência no cenário do e-commerce: “Os consumidores estão mais informados a cada dia e orientados a fazerem uma compra com segurança, potencializando as oportunidades para lojas de pequeno e médio porte.”
O que esperar do e-commerce daqui para frente?
O segundo semestre de 2009 também deve alcançar números importantes, já que costuma participar com 55% do faturamento anual do canal. No período entre Julho e Dezembro, espera-se que as lojas virtuais atinjam R$ 5,8 bi em vendas de produtos pela internet (excluindo passagens aéreas, automóveis e leilão virtual).
Outro fator contribuinte para o bom desempenho no 2º semestre é a participação de datas sazonais, que chegam para agitar ainda mais o mercado. Esse é o caso do Dia dos Pais (25/07 a 08/08), Dia das Crianças (27/09 a 11/10) e, principalmente, o Natal (15/11 a 23/12) que é a data comemorativa mais aquecida do ano.
A expectativa da e-bit é que o e-commerce feche 2009 com mais de 17 milhões de pessoas que já compraram pela internet ao menos uma vez.
Fonte: e-bit
O Twitter é um site onde cada pessoa pode enviar mensagens curtas, com no máximo 140 caracteres.
Foi criado para responder a uma pergunta básica: “O que você está fazendo?“. Uma idéia simples que acabou virando mania.
Com o tempo, o Twitter deixou de responder apenas “O que a pessoa está fazendo” e passou a ser: “O que gostaria que você soubesse”.
Não deixa de ser um Blog (onde você escreve coisas de seu interesse), mas o interessante é que como as mensagens são curtas, há espaço apenas para citar ou comentar algo muito rapidamente.
Ele pode ser muito interessante para deixar as pessoas informadas sobre novidades em sua loja.
Você pode publicar a chegada de novas mercadorias, promoções relâmpago, divulgar curiosidades sobre alguns produtos de sua loja, etc.
A diferença de usar o Twitter para isso ao invés da área de notícias de sua loja virtual é que todas as pessoas que te seguem recebem sua mensagem… elas não precisam entrar no seu twitter para ler algo interessante que você tenha publicado.
Usar o Twitter como ferramenta de marketing pode fazer com que sua loja vá além do resultado imediato. O Twitter pode ajudar sua loja virtual fidelizar clientes, já que os mesmos estarão em contato com sua marca por muito mais tempo do que apenas no momento da compra.
Se você tiver uma conta no site você também pode seguir outros usuários, assim toda vez que ele publicar alguma coisa você ficará sabendo. Outras pessoas também pode segui-lo, e assim vai se formando a “teia” do Twitter.
O Twitter começa a ficar realmente interessante quando começamos a publicar notas sobre algum assunto ou situação que não podem deixar de ser comentados, mas não valem um post inteiro em nossos blogs.
Claro que também publicamos (tanto eu quanto eles) notas sobre o que estamos fazendo, afinal de contas essa é a razão de ser do site, mas não ficamos limitados somente a isso.
Algumas sugestões:
O Twitter é uma ótima maneira de você me acompanhar durante o dia, mesmo que nenhum post seja publicado neste blog. Aguardo você lá!
O comércio eletrônico nos Estados Unidos deve ter suas taxas de crescimento reduzidas para 11 por cento, já que a tendência é que os consumidores cortem gastos, segundo dados de uma pesquisa divulgada em 29/01/2009.
A Forrester Research prevê que o total gasto nas compras online em 2009 seja de 156 bilhões de dólares, ante os 141 bilhões de 2008. Esses valores representam taxa de crescimento inferior aos 13 por cento registrados em 2008 e aos 18 por cento vistos no ano anterior.
No ano passado, em janeiro, a Forrester projetou que as vendas online crescessem 15% no país em 2009.
O comércio eletrônico, entretanto, ainda mantém o crescimento, uma vez que mais consumidores adotam o hábito de comprar pela internet pela conveniência e a possibilidade de comparar preços sem sair de casa.
O Brasil não está imune à crise, como já foi declarado por políticos e especialistas, porém o comércio eletrônico deverá apresentar crescimento superior ao dos Estados Unidos.
A previsão foi feita pelo diretor da Camara Brasileira de Comércio Eletrônico, que estima que o crescimento chegue à 25% (pouco mais que a metade do que foi apresentado em 2008).
Se você deseja montar uma loja virtual mas sente-se inseguro sobre o que é preciso para viabilizar esse tipo de negócio, conte com quem é especialista em Lojas Virtuais.
Eu e minha equipe trabalhamos de forma a conseguir alto índice de vendas, garantindo uma excelente exposição em sites de busca como Google, além é claro de prestar consultoria sobre procedimentos internos para a operação de comércio eletrônico.
Aproveito para reforçar que para montar loja virtual, não é preciso ter conhecimento avançados em informática ou programação.
Com conhecimento básico em internet você pode administrar a sua loja virtual de forma muito fácil.
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Já falei no artigo “O Natal é agora” que o Natal está chegando e esté é a melhor hora de se preparar para ele.
Esteja pronto quando os compradores te procurarem!
Aqui vão seis dicas para colher resultados com sua campanha em sites de busca quando o fim do ano chegar:
Caso ainda não esteja pensando no Natal, CORRA! A melhor época do ano está chegando. Se apresse!