A maior rede social do mundo não só acompanha tendências, mas também se antecipa às tendências.
Lembre-se: O Facebook ainda pode lhe render muito dinheiro!
As páginas de notícias dos principais jornais do mundo estampam diariamente as boas novas do Facebook. Ele está na moda e não deve sair tão cedo, bem como o e-commerce, que além de continuar na moda já faz parte das grandes corporações. Em 2011 teremos a grande mistura do comércio eletrônico com as redes sociais, resultando na tão falada experiência de comprar em grupo, ou Social Commerce.
O comércio eletrônico soma milhões de consumidores, milhões de vendas. O Facebook soma milhões de usuários e milhões de recursos de interatividade. Nada melhor que…a integração desses dois milionários a um passo que mais uma vez, surpreende.
O conceito de e-commerce social ainda é embrionário no Brasil. Mas ao passo que novos conceitos avançam, a velocidade da aplicação dos mesmos também é igualmente proporcional às novidades. O Facebook anunciou recentemente o “sonho de consumo” dos varejistas e usuários virtuais: uma ferramenta específica para e-commerce.
Imagine a sua loja virtual dentro do Facebook. Sim, já é realidade. Imagine o seu seguidor poder comprar online dentro da rede social. Sim, também já é possível. Agora, imagine o seu e-consumidor criando uma página virtual da sua loja?
Acredito que esta será a evolução da estratégia de vendas “porta a porta”, tão utilizadas por empresas como Avon e Natura. Mas agora aliada ao Facebook.
Integrar uma loja virtual ao Facebook é o grande e primeiro passo que deve ser dado e, claro, com ferramentas e profissionais preparados para fazer dela o grande alvo de suas vendas. Essa nova e genial ideia dos donos da era das redes sociais permite uma infinidade de coisas, sendo a mais importante a capacidade de viralização quase que automática da sua marca.
A loja online na rede social permite alta interação dos usuários, permite a integração das ferramentas fantásticas e valiosas do Facebook com todo o processo de compra. Se o fato de podermos integrar o Facebook na loja virtual já é um grande passo, a facilidade de colocar a loja virtual dentro da rede social é um valiosíssimo salto.
Acredito que, muito além disso, caminhamos para algo antes inimaginável. A plataforma disponível no Facebook para uma loja virtual pode dar muito mais asas do que sonha a nossa vã filosofia. Sim, quem sabe em breve teremos usuários que poderão criar uma loja online com produtos de suas lojas preferidas, tornando o “boca a boca” digital cada vez mais poderoso e até uma fonte de renda extra para os formadores de opinião de cada marca. Se divulgar o serviço de uma boa loja já era prazeroso, imagine agora se você ganhasse para fazer isso?
Chegamos a um novo caminho. O consumidor dita as regras por conta da variedade de oferta, ainda maior que a demanda. Amadores e profissionais pegam carona em prol de um mesmo objetivo: ganhar dinheiro. Os profissionais antecipam e aplicam tendências. Na era das redes sociais, não há espaço para o amadorismo. Quem define se algo é bom ou ruim, excelente ou péssimo é o consumidor, ops, o e-consumidor. Ele fala mal ou bem da sua marca, ele pode vender ou…não. Tudo depende do processo plantativo de quem priorizou cuidar de um bom produto e serviço no ambiente digital.
Estamos com a faca e o queijo na mão. Chegou a hora de automatizar o marketing “boca a boca”. Está cada dia mais fácil convencer empresas, cliente e facilitadores que a internet pode trazer benefícios que jamais teríamos no mundo offline.
Vamos crescer com quem prolifera a nossa comunicação, com quem tem o poder de expandir o nosso alcance. As lojas virtuais brasileiras têm alcance nacional quando falamos em vendas online. As redes sociais têm alcance mundial, mas, acima de tudo, elas falam com quem quer realmente ouvi-las. Em 2011, temos um longo e cuidadoso caminho a percorrer. Até 2014, há grandes chances de que cada brasileiro possa ter sua loja virtual na internet.
Fonte: adnews – Natan Sztamfater

O ICQ, que foi lançado em 1996 e era febre entre os internautas para comunicação instantânea, ganhou uma nova versão, que pretende competir no novo mundo de redes sociais e mensagens em tempo real.
Sua versão 7, cujo download pode ser feito no site do produto, possibilita integrar diferentes serviços de redes sociais, como Facebook, Twitter, YouTube e Flickr.
Novas abas, explica o site TechCrunch, permitem fluxos de dados dessas redes para o novo cliente messenger do ICQ – de maneira similar ao serviço Ping.fm.
A interface do ICQ ganhou novas cores e supostamente também toma menos espaço e funciona mais rápido. Outras funções disponíveis são relativas a compartilhamento de fotos e ao perfil de usuário.Por enquanto, o serviço está disponível somente para Windows.
No entanto, apesar da novidade e achar interessante a possibilidade de instalar o ICQ novamente após mais de uma década sem pensar nele, o TechCrunch acredita que os recursos estão atrasados e duvida que haja razões para as pessoas voltarem a utilizar o comunicador instantâneo.
De acordo com comunicado do ICQ, há atualmente 42 milhões de usuários do serviço atualmente –apesar de ser difícil conhecer pessoas que afirmem ser usuárias do serviço atualmente, ao menos no Brasil.
A AOL é proprietária do ICQ há quase 12 anos, desde que comprou a Mirabilis, antiga dona, por US$ 407 milhões.
Fonte: Folha Online
Usando-o como um agregador de informações para não precisar pular de um lugar ao outro para saber o que seus clientes tem perguntado ou interagido com você.
Há outras opções no mercado que prometem o mesmo, mas não há pra negar que a marca ICQ foi muito forte no mercado por anos e por isso vale a pena conhecer.
É um processo irreversível: As redes sociais passam a fazer parte da estratégia de marketing de empresas de vendas online.
Empresas dos mais diversos portes e segmentos estão percebendo que não aderir a tal estratégia de mercado é estar fora do próprio mercado.
Sabendo que o povo brasileiro é um dos que passa mais tempo navegando em redes sociais, tanto percentualmente quanto em números absolutos, é natural que tal comportamento venha cada vez mais fazer parte dos planos de vendas das empresas de comércio eletrônico.
O Comércio Social se apresenta como o próximo passo do comércio eletrônico no país ao aliar as rotinas de vendas aliadas à geração de conteúdo colaborativo, que pode ser potencializado por meio da comunicação viral e coesa em rede sociais.
Esses três “Cês” – comércio, conteúdo e comunidade – devem se somar de forma sinérgica em uma mesma plataforma de negócios digitais. Com um bom planejamento, essa estratégia vai gerar um número crescente de vendas qualificadas, porque trabalha continuamente a fidelização e a formação de uma comunidade de marca.
Os passos para implementar tal estratégia em sua operação de e-business não são tão complexos como se pode imaginar:
Inicialmente é preciso gerar demanda, já que não há comunidade sem pessoas.
O Google ainda é o melhor meio para gerar demanda para um site. Ter uma plataforma de comércio eletrônico otimizada para o mecanismo de busca é fundamental para gerar tráfego suficiente para manter uma comunidade sempre ativa e com novos membros.
A geração de demanda também passa pelo marketing viral e convencional.
Outra recomendação é que se abuse das ferramentas gratuitas para buscar mais proximidade do consumidor: Facebook, Twitter, Orkut e You Tube podem ser fortes aliados.
Após a geração de demanda, é preciso gerar motivos para o usuário voltar e interagir com o site.
Assim, a empresa deve realizar uma ação para não perder os usuários que já visitaram o site pela primeira vez.
Exemplo dessas ações são concursos culturais, promoções relâmpago, fóruns em os consumidores podem conversar entre si e, desse modo, contribuam com suas opiniões e construam o site a seu gosto por meio de APIs ou áreas customizáveis.
É importante tornar a navegação uma experiência e não se restringir à pura e simples compra.
Eu gosto muito do caso do site Camiseteria.
O site gira em torno da venda de camisetas e seus exemplares vivem esgotando.
Um aspecto legal é que o próprio visitante pode enviar sua estampa.
Aquelas bem recebidas pelo público viram camisetas e o criador ainda ganha dinheiro com isso. Concursos culturais de estampas também acontecem com frequência.
Possuem uma legião de fãs, vivem lançando promoções e interações com os usuários e com isso conquistam cada vez mais novos adoradores da marca.
Criaram até interação com o Twitter para que a comunidade possa ver o que outras pessoas estão dizendo sobre o Camiseteria no Twitter: http://www.camiseteria.com/twitter/
Redes sociais podem ser usadas para gerar tráfego e focar o nicho exato.
No orkut por exemplo, é possível encontrar comunidades como “apaixonados por futebol” – útil para lojas de esporte, “adoro edredon”, “adoro viajar”, etc.
O interessante é que o único investimento é tempo e um plano de ação para captar a atenção daqueles que podem virar fiés escudeiros.